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segunda-feira, 26 de abril de 2010

FUMAR PREJUDICA ATÉ O NOSSO DNA...



Fumar é uma falta de higiene para os genes. O fumo entranha-se, como é do senso comum, nas paredes das casas, tecidos e madeiras, roupas e automóveis. Mas entranha-se também até ao mais íntimo recanto do ser humano. Até à mais pequena parcela orgânica de cada fumador, passivo ou activo.

Daí até alterar o equilíbrio da dupla hélice espiralar do DNA é apenas um passo, não determinado, não exacto, mas certamente nocivo e até mortífero.
Sabe-se há algumas décadas que o cancro tem origem numa alteração genética do DNA das células. Aliás, a comunidade científica descobriu, em 1761(!), por obra de Hill, que a prolongada inalação de tabaco provoca cancro.

A química do DNA e a sua relação com o cancro, essa que é a segunda causa de morte nos países industrializados, tem sido objecto de um estudo continuado desde há 15 anos no Departamento de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologias (FCT) da Universidade Nova de Lisboa (UNL), sob a coordenação da professora e investigadora Ana M. Lobo.

E se já se sabe muito sobre a doença. O que se desconhecia até ao estudo desenvolvido na FCT era quais os compostos genotóxicos (isto é, “tóxicos” para os genes) potencialmente cancerígenos existentes no tabaco.
Ou melhor, sabia-se, mas não era possível prová-lo nem verificá-lo em seres humanos, por motivos éticos bem compreensíveis. “Hoje qualquer pessoa que queira justificar a toxicidade dos compostos mutagénicos do tabaco, ou de determinadas dietas alimentares, sabe como os obtém. Nós concebemos um novo método de síntese”, afirma Ana Lobo.

Além do trabalho teórico desenvolvido na FCT, outro estudo, incidindo sobre determinados componentes do tabaco, foi levado a cabo no congénere departamento do Instituto Superior Técnico (IST) pela professora e investigadora Matilde Marques.
Estes dois estudos trouxeram a possibilidade de isolar, identificar, estudar e compreender a actuação de determinados compostos presentes no tabaco, mas também de dietas alimentares e outros factores ambientais. Leia o artigo completo na revista.

terça-feira, 20 de abril de 2010

VENCENDO O INFERNO CAPÍTULO 4

Este é o testemunho de Renato Pimentel, um homem que conheceu de perto e se relacionou diretamente com as manifestações mais malignas das trevas. Servindo ao diabo, declarou ódio ao bispo Macedo, chegando a persegui-lo pessoalmente. Hoje, ele é um membro fiel da IURD de Botafogo, no Rio de Janeiro. Leia também os capítulos 1, 2 e 3 do testemunho.

Fiquei obcecado em capturar o bispo Macedo. Seguia os passos dele como um cão farejador. Estava sempre com as antenas ligadas tentando captar alguma informação que pudesse me levar até ele.

Permaneci nesta intenção até que aconteceu a prisão dele em São Paulo. Foi uma frustração total para mim não ter realizado tal feito. Era uma questão de honra, pois nunca, em toda a minha vida policial, eu havia falhado em uma missão. Mas os planos de Deus eram outros. O tempo foi passando e aquele ódio todo pelo bispo foi diminuindo, porém, sempre com o ranço de que a Igreja Universal do Reino de Deus era uma seita de canalhas, conforme havia sido mostrado naquele programa de televisão, e que todos os pastores eram ladrões e os fiéis eram bitolados, que haviam passado por lavagem cerebral, e deixavam todo o seu salário naquelas sacolinhas vermelhas. A minha visão pela obra da Igreja Universal era assim até 5 anos atrás. Mas Deus já estava movimentando as águas para que minha vida tomasse outro rumo e eu me convertesse a Ele. Era só uma questão de tempo.

Continuava frequentando o terreiro de macumba diariamente. Eu, minha esposa e minha sogra. E, de vez em quando, ainda levava meu filho.

Tinha verdadeira adoração e admiração pelos demônios e suas obras malignas. Cheguei ao cúmulo de fazer um pacto com o chefe deles, lúcifer, para que me protegesse e fechasse o meu corpo de todos os males. Ele me dizia que com ele me protegendo, mal nenhum iria acontecer. Realmente, as coisas não aconteciam por completo, só pela metade. Ele fazia as coisas acontecerem, porém não deixava que elas se finalizassem de forma trágica, só para poder me mostrar e falar que ele havia me defendido e protegido. Realmente, o diabo é um canalha, um imundo. Faz as coisas acontecerem e as interrompe no meio do evento, só para provar que é o maioral, que te protegeu. É um derrotado, isso sim.

Aconteceu-me um fato, por sinal muito sério, mas que hoje eu compreendo o porquê do ocorrido. Era uma quinta-feira, por volta da meia-noite, e eu estava de moto, regressando para casa, quando do nada surgiram dois carros e outra moto no sinal. Eu estava totalmente distraído e, quando dei por mim, já estava com dois revólveres na cabeça. O assaltante mandou-me descer logo da moto senão iria atirar. Olhei bem dentro dos olhos do cidadão e do nada falei para ele: “Atira, seu otário. Quero ver se tu tens esta disposição toda!” Eu só ouvia o barulho de metal com metal. O cara apertou o gatilho por inúmeras vezes e nenhum disparo aconteceu.

Fiquei totalmente paralisado com a situação e em fração de segundos percebi a loucura que havia dito e das consequências que poderiam ter acontecido pela minha imprudência. De imediato, reparei que o assaltante saiu correndo, subindo na garupa da moto, gritando para que saíssem dali logo.

Não tinha sido eu que havia dito aquilo. Eu jamais diria uma coisa daquela e agiria daquele jeito. Nunca! Nunca mesmo!

Cheguei em casa não sei como. Minhas pernas tremiam como varas verdes. Parecia que meu coração iria saltar do meu peito. Peguei o telefone e liguei para a minha mulher, contando o ocorrido. Ela ficou muito assustada e pediu-me que ficasse em casa e não fosse encontrá-la como havíamos combinado. Que nos veríamos no dia seguinte.

Foi o que fiz. Não comentei este assunto com mais ninguém. Nem a minha sogra soube. Minha mãe muito menos. Inclusive, não fui à delegacia fazer o registro pois foi na época em que o Rio de Janeiro passava por uma fase atribulada, em que as facções criminosas estavam realizando atentados contra as dependências policiais. A coisa passou e na segunda-feira seguinte era dia de sessão dos exus lá no centro. Foi só botar o pé lá dentro que o capeta chefe de lá mandou me chamar e começou a falar sobre o fato ocorrido na quinta-feira. Ele me disse que estava lá e não havia deixado nada me acontecer porque eu era fiel a ele e o servia com dedicação. Que ele é quem havia falado para o cara atirar e que fez a munição falhar. E também, que uma amiga minha, que havia falecido recentemente em um acidente de carro na Barra da Tijuca, estava ao meu lado e pediu a ele que não deixasse que nada de ruim me acontecesse, por isso, ele resolveu intervir por mim.

Em relação a essa amiga, realmente ela havia morrido de acidente de carro, dias antes, na Barra da Tijuca, comemorando a vitória do jogo do Brasil. Éramos muito amigos mesmo. E ninguém lá no centro sabia dessa nossa amizade a não ser eu e minha mulher.

A partir daí, minha admiração pelos encostos aumentou de forma absurda. Servia a eles incondicionalmente. Quando ia beber nos botequins da vida, sempre pedia um copo a mais, enchia-o até a boca e o deixava em cima do balcão. Logo após, vinha alguém do nada e bebia. Não dava nem tempo da bebida esquentar. Ninguém entendia nada. Da mesma forma que a figura surgia, ela sumia. Parecia mágica.

Por muitas vezes, ele se materializava e ficava horas conversando comigo sentado ao meu lado. Falávamos de todos os assuntos possíveis e imagináveis. Era uma coisa engraçada, pois parecia que ficávamos invisíveis às outras pessoas, pois passavam por nós e era como se não estivéssemos lá. É meio difícil de explicar. As pessoas nos viam, mas não iam até nós para conversar. Com isso, comecei a ficar solitário. Meus amigos se afastaram de mim. Não tinha mais ninguém com quem sair e conversar e a cada dia que passava, eu e minha mulher nos distanciávamos mais um do outro. Não conseguíamos mais nos falar. Vivíamos outra vez o verdadeiro inferno conjugal. Ela estava grávida da nossa filha e, de uma hora para a outra, afastou-se de vez da macumba. Não queria ir de jeito nenhum para lá. Não tinha quem conseguisse fazê-la botar os pés dentro de um centro espírita. Parou de fumar e beber, porém ainda não havia largado de vez os espíritos.

Ainda tínhamos dentro da nossa casa, no quarto de empregada, um altar no qual colocávamos bebidas, doces e frutos para os espíritos e, acreditem, o quarto vivia cheio de morcegos que iam lá beber e comer das oferendas.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

SER ELEGANTE!


Fonte: forademoda.wordpress.com

1. A elegância é um ESTADO DE ESPÍRITO. Quando se fala em elegância a última coisa que importa é a roupa. Ela nos acompanha do momento em que acordamos ao fechar dos olhos na noite. Vai muito além de saber usar talheres e do sorriso certo em festas. É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais. Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete.

2. São as três frases fundamentais na boca elegante: “POR FAVOR”, “MUITO OBRIGADO” e “SINTO MUITO”. É tão simples e tão óbvio que esquecemos delas a todo instante. Independe de hierarquias, posição social ou religiosa. Se você as usa somente com algumas pessoas, com certeza, a elegância passou longe. Se deixou de usar com as pessoas mais próximas e íntimas, naquela base “Ah! É minha amiga”, são estas, acima de tudo, que merecem todas as gentilezas do mundo.

3. Ser elegante é ter a capacidade de PERCEBER O INVISÍVEL nas pessoas, cidades, no mundo. Aguçar a capacidade de enxergar o que não é revelado a primeira vista, manter o espírito curioso, desenvolver a sensibilidade, faz parte do mundo elegante.

4. Ser elegante é sempre deixar o CORAÇÃO a mostra. Não importa o que os outros digam, não importa de que lado você esteja, não importa quem você é. O amor muda as pessoas, cura as mágoas, seca cicatrizes e faz a gente sorrir.

5. Ser elegante é saber COMPARTILHAR. Nada adianta acumular conhecimentos, coisas materiais, amizades, se temos um quê de egoísta. Muitas vezes menos é mais, dividir é somar. A matemática da vida é menos precisa, mas viver é preciso.

6. Elegância é saber DEIXAR AS MÁSCARAS caírem para revelarem nosso verdadeiro eu, sem que isso nos deixem frágeis ou vulneráveis. Num mundo de aparências, a verdade é sempre bem-vinda.

7. Ser elegante é ter a capacidade de se REINVENTAR todos os dias.Todos nós somos frutos de uma soma infinita de informações, relações, afetos e desafetos. Não significa que temos que reservar somente os bons momentos na memória, com o risco de cometer os mesmos erros, mas de fato lembrar [sempre] que somos uma possibilidade sensível de melhorar o mundo em que vivemos.

8. Elegância tem haver com SABER ENFIAR O PÉ NA JACA E ENFRENTAR O DIA SEGUINTE. Mas temos a obrigação de SABER QUE HORA PARAR! Antes do vexame, antes da queda,da perda de memória, antes da culpa!

9. A capacidade de RIR DE SI MESMO é de fato, muito elegante. Quem se leva a sério demais, corre o risco de virar um chato. Somos todos ridículos alguma vez na vida, temos gostos cafonas espalhados aqui e acolá, então relaxe e aproveite mais você mesmo e a vida.

10. SER ELEGANTE não tem nada haver com frescura. Pedir licença para nosso lado brucutu; é descobrir que NUM MUNDO CADA VEZ MAIS VIOLENTO, A ARTE DE CONVIVER É CADA VEZ MAIS URGENTE E NECESSÁRIA.

domingo, 11 de abril de 2010

VENCENDO O INFERNO 3


Este é o testemunho de Renato Pimentel, um homem que conheceu de perto e se relacionou diretamente com as manifestações mais malignas das trevas. Servindo ao diabo, declarou ódio ao bispo Macedo, chegando a persegui-lo pessoalmente. Hoje, ele é um membro fiel da IURD de Botafogo, no Rio de Janeiro. Leia também os capítulos 1 e 2 do testemunho.


Não tinha do que reclamar, pois tudo estava indo de vento em popa, mas eu mal sabia o que me esperava mais adiante. O diabo estava aprontando para mim à surdina.

A minha ex-companheira estava cada vez mais caindo em depressão profunda. Fazia trabalhos de feitiçaria para me amarrar a ela e a cada feitiço feito eu descobria, pois os demônios que me acompanhavam me mostravam e eu me afastava dela cada vez mais.

Tínhamos brigas homéricas. Até o dia em que ela começou a beber. Tomava porres e mais porres. Começava me agredindo com palavras, até chegar ao ponto de querer me agredir fisicamente. Foi quando tomei a decisão de ir embora.

Ela tinha uma amiga que fazia feitiços e começou a demandar pesado contra mim. Até trabalho para eu morrer ela fez, porém o meu Deus tinha um plano em minha vida e nada daquilo que ela havia feito conseguiu me atingir de forma contundente. Mas, não pensem que ela desistiu tão facilmente. Ela continuou um bom tempo gastando tudo o que tinha e o que não tinha para me ver nas trevas de qualquer forma, porém, em vão.

Fui morar com a minha saudosa mãe durante um bom tempo. Nesse ínterim, conheci minha atual esposa, Claudia Diniz, que já deu seu testemunho no Blog do bispo Macedo anteriormente (“Sexo com lúcifer”).

Foi aí que o capiroto aloprou de vez. Ele não sossegou um só minuto desde que conheci minha esposa. Ele tentava nos matar de todo o jeito. Armava ciladas e mais ciladas para que nós déssemos um vacilo só e ele pudesse ceifar nossas vidas, porém, mais uma vez nosso Deus misericordioso interveio e estamos aqui prestando nosso primeiro testemunho de muitos que ainda virão a ser dados, pois, uma coisa nesse tempo todo em que servi ao diabo eu aprendi e gostaria de poder passar a quem se interessar a pelejar contra o ele: o tinhoso só entra na nossa vida se nós permitirmos. Ele fica à espreita aguardando um só convite, sem o qual ele não pode entrar e agir.

Enquanto Jesus Cristo bate à porta e aguarda, o maldito do satanás fica à nossa volta o tempo todo esperando a brecha para fazer da nossa vida literalmente um inferno. Ele não respeita nada. Para ele, não tem essa de idade, cor, sexo e principalmente religião, atente bem para isso, eu disse religião e não fé. Existe muita diferença entre religião e fé. A religião é o câncer da fé. Ela vai minando a fé gradativamente, até transformá-la em fanatismo e cegando totalmente o fiel, pois ele deixa de crer em Deus da forma pura, perdendo o primeiro amor, e passa a agir de maneira adversa à vontade do nosso Senhor, que é adorá-Lo, servi-Lo, respeitá-Lo.

O crente fanático passa a observar a conduta do próximo, esquecendo-se da sua própria vida com Deus. O fanático torna-se fiscal dos costumes e atitudes dos fiéis de sua igreja e das pessoas que o cercam, vigiando a vida alheia, apontando e criticando a ação de todos.

Satã é muito organizado. Ele criou um sistema de operação de guerra aos cristãos, muito eficiente. Ele utiliza de todas as formas para obter almas. O reino do mal é dividido em exércitos e cada um deles com seu respectivo comandante, os quais têm seus sub-comandantes e estes seus subordinados, que fiscalizam a ação de todos os outros demônios.

O diabo tem legiões específicas para todos os tipos de países, áreas, regiões, enfim, é um organograma muito complexo, o qual eu necessitaria de muitos capítulos para tentar ilustrar como é feita a distribuição e como agem estes exércitos do mal. É uma coisa muito forte, mas que se enfraquece mediante o Nome do nosso Senhor Jesus Cristo e pela fé na santíssima trindade.

Existem seitas que arregimentam mulheres lindíssimas que são treinadas para se infiltrar nas igrejas e desviar pastores e obreiros, tudo isso por amor a lúcifer e mediante a promessa de prosperidade e da vida eterna ao lado dele.

Outras irmandades cultuam o demônio de forma incondicional, utilizando o bode como a imagem do próprio demo, inclusive recolhendo o sangue do animal consagrado ao mal e injetando-o na própria veia, como forma de fortalecimento e permitindo assim a manifestação de poder e força no indivíduo que se aplicou.

Empresas de gêneros alimentícios consagram os alimentos aos demônios e depois os colocam no mercado. Sites infantis, aparentemente inofensivos, entram de forma pesada em nossas casas, atacando nossas crianças de forma incondicional.

Conheci minha atual esposa em 1992, com quem estou casado oficialmente há quase 5 anos, tanto no civil quanto na IURD. Foi aí que o imundo não sossegou mais. Tentou nos matar de todas as formas possíveis e imaginárias.

Nós nos encontrávamos todos os dias para beber. Tínhamos hora para começar, porém não tínhamos para parar. Enquanto os bares de Botafogo estavam abertos, lá estávamos nós bebendo. Chegamos a um estágio que não ficávamos mais bêbados. A cerveja não fazia mais efeito. Tínhamos que beber bebidas destiladas para ficarmos “alegres”, porém nunca bêbados. E não tinha essa de ter que pagar bebida, cigarro, comida, pois, devido à minha condição de policial, os donos dos estabelecimentos comerciais gostavam que eu permanecesse no local por questão de segurança para eles próprios, pois, onde o “diabo loiro” (era assim que eu era conhecido no Rio de Janeiro) estivesse, a malandragem ”vazava”.

O pessoal do lado oposto da lei tinha verdadeiro pânico só de ouvir o meu nome. Era só eu chegar em qualquer lugar, que de repente esvaziava tudo e ficava a maior paz. E, assim, eu ia levando a minha vida, ao lado da mulher que eu amava, curtindo o meu filho, quando a minha ex-esposa deixava, e afastado dos centros espíritas, fazendo minhas magias quando precisava, porém, sempre amando e crendo muito em Deus. Não conhecia ainda o Deus da Bíblia. Já tinha ouvido falar de Jesus, porém, nunca havia tido curiosidade em saber mais a respeito DEle.

Eu e minha esposa tínhamos um relacionamento muito forte. Parecia uma coisa do outro mundo. Éramos cúmplices em tudo, porém, tínhamos muitas discussões por ciúmes e besteiras. Agredíamos-nos de forma verbal, mas nunca fisicamente. Às vezes, ficávamos dias sem nos falar, mas depois tudo voltava ao normal.

Só que depois de certo tempo comecei a observar que ela estava tendo um comportamento meio estranho, até o dia em que ela manifestou com um encosto dentro do meu carro. Lembro-me nitidamente desta passagem. Estávamos eu, ela e meu filho, que naquela época estava mais ou menos com uns 7 anos. Estávamos voltando da casa da minha mãe quando ela manifestou com o espírito do capeta e começou a falar coisas desconexas e a se referir de forma agressiva ao meu filho, dizendo, inclusive, para que eu parasse o carro e o deixasse ali mesmo, no meio do túnel, para que ele morresse, ou então ele – o espírito ruim – iria matar os três dentro do carro em um acidente. Foi uma luta para segurar o bicho. Ele tentava de todas as formas jogar o carro de encontro ao paredão do túnel e eu tinha que dirigir, segurar o capeta e tentar acalmar o garoto que estava em pânico.

O meu filho estava em prantos, assustadíssimo com a cena que estava presenciando. Só sei que consegui ligar para a mãe dela e acabamos parando na porta do cemitério São João Batista, em Botafogo, por volta das 23 horas. A minha sogra de imediato ligou para uma mãe de santo de um terreiro onde elas trabalharam por um tempo e esta pediu que nós levássemos minha esposa, com urgência, ao centro espírita para que tentasse descobrir o que estava acontecendo.

No dia seguinte estávamos lá no horário combinado. A mãe de santo jogou búzios para a minha esposa e revelou que os santos estavam aborrecidos e que se ela não começasse a servi-los novamente, ela corria um sério risco de vida. Falou que eu deveria voltar a bater tambor para ajudá-la e a mim também. Não deu outra, lá estávamos nós envolvidos com os encostos de novo.

Ela recebia vários tipos de encostos e eu ficava batendo tambor e cantando para o desgraçado do capeta. E lá estava eu de novo envolvido com os espíritos e de quebra ainda levava a minha sogra para trabalhar para eles também.

Ficamos anos servindo aos encostos, sempre à base de ameaças. Se não fizéssemos isso ou aquilo, seríamos punidos, pois os capetas não admitiam ser contrariados.

E assim a nossa vida foi seguindo, até que surgiu, em um domingo à noite, numa emissora de televisão, uma reportagem a respeito da Igreja Universal, falando sobre o bispo Macedo. Foi ódio à primeira vista. Quando eu soube que havia sido expedido um mandado de prisão contra ele, fui o primeiro a me colocar à disposição para prendê-lo onde fosse. Fiquei quase um ano inteiro correndo para lá e para cá atrás do bispo Macedo, mas, graças a Deus, não logrei êxito nesta missão. Foi a única, em toda a minha carreira, em que não obtive sucesso.

O meu ódio pelo bispo aumentava a cada dia que passava. Não podia passar por uma Igreja Universal que eu cuspia no chão, mudava de calçada, chamava os pastores de ladrões, zombava dos evangelistas que distribuíam os jornais. Quando via pela televisão as pessoas manifestadas, dizia que eram todas compradas e pagas para fazer aquele teatro todo, enfim, tinha verdadeira aversão ao bispo Macedo e a tudo que pudesse ser vinculado a ele.

Naquela época, jurei por mim mesmo e pelos santos que eu servia que jamais poria os meus pés em uma Igreja Universal. Só se fosse para prender aqueles que eu considerava como bando de ladrões e o chefe daquela quadrilha (bispo Macedo).

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Vencendo o inferno – Capítulo 02


Este é o testemunho de Renato Pimentel, um homem que conheceu de perto e se relacionou diretamente com as manifestações mais malignas das trevas. Servindo ao diabo, declarou ódio ao bispo Macedo, chegando a persegui-lo pessoalmente. Hoje, ele é um membro fiel da IURD de Botafogo, no Rio de Janeiro. Leia também a primeira parte do testemunho.


Minha vida sempre foi muito atribulada, cheia de fortes emoções. Namorava várias mulheres ao mesmo tempo, a maioria delas casadas. Então, era um tal de marido traído atrás de mim para tentar me matar que não acabava mais.

Gostava de fazer artes marciais e não fugia de uma boa briga. Andava com uma rapaziada em Copacabana, no Rio de Janeiro, que praticamente todo dia arrumava uma confusão. Era pedaço de pau, corrente, tijolo, pedra, enfim, não tinha refresco. Baixávamos no Hospital Miguel Couto todo santo dia.

Eu era tão perturbado, que por falta do que fazer e por não ter Jesus no coração, tentei o suicídio diversas vezes, só para saber como era do lado de lá. Só que nosso Deus foi tão misericordioso que não deixou que os planos do diabo se concretizassem em minha vida.

Num belo dia, em Copacabana mesmo, conheci a mãe do meu filho. Ela frequentava um centro espírita e me levou lá para conhecer. Foi amor à primeira vista pelo local. Fiquei impressionado com a estrutura de lá. Fui muito bem recebido e de imediato a mãe dos encostos me disse que eu tinha um santo muito forte que me protegia e que eu precisava tratar dele, pois precisava se desenvolver. Disse-me que pelo tamanho, não era espírito de incorporar nas pessoas, pois devido à sua compleição física, não havia ninguém que tivesse estrutura para suportar sua manifestação, pois era imenso e forte. Tinha quase seis metros de altura.

Fiquei deslumbrado com tal revelação e comecei a frequentar o local como “ogan”, que é o encarregado em cantar, tocar os atabaques, fiscalizar e dar rumo às sessões.

Não faltava a uma sessão qualquer. Estava lá chovesse ou fizesse sol, batendo tambor para os espíritos, servindo incondicionalmente a eles.

Após 3 anos de relacionamento com a minha ex-esposa nasceu meu filho, que de imediato foi apresentado aos encostos. Foi o maior erro da minha vida ter feito isso.

Minha vida conjugal era um inferno, vivíamos brigando, discutindo, só não chegamos a vias de fato devido a não ser de o meu feitio agredir uma mulher. Após 6 meses de discórdia insuportável, nos separamos. Eu já não aguentava mais viver daquele jeito.

Naquela época, eu estava afastado do tal centro espírita e não queria saber de mais nada com eles, porém, sempre crendo muito em Deus.

Logo após a minha separação, conheci outra pessoa com a qual iniciei um relacionamento, indo morar com ela. Só que dessa vez sem me casar oficialmente. Moramos juntos por quase 6 anos, mas, mais uma vez o inferno reinava em minha vida. Foi quando fiz um concurso público e ingressei na área de segurança pública, em 1986. Daí é que a maionese desandou de vez.

Imaginem só, garotão da zona sul, modéstia à parte, boa pinta, bom de papo, bem articulado e com uma carteira no bolso que me abria as portas em qualquer lugar que eu quisesse. Era tudo que o diabo queria para bagunçar de vez com as pessoas que estavam próximas a mim e as que viriam a se aproximar.

O sucesso no meio do meu novo emprego foi inevitável. As coisas fluíam naturalmente. Tudo dava certo para mim. Obtive chefias, tinha acesso a secretários de segurança, governadores, estava sempre em voga na mídia devido a operações audaciosas, enfim, sentia-me o último biscoito do pacote.

Tinha todas as mulheres que queria. Bastava olhar, desejar e, pronto, em um segundo já estava saindo com elas. Passava o dia todo bebendo nos bares de conhecidos que ia fazendo no dia a dia. Frequentava todos os tipos de inferninhos que se podia imaginar. Não tinha hora para nada. Só passava em casa para tomar banho e trocar de roupa. E a coitada da minha ex-companheira em casa, aguardando o “todo poderoso” chegar, para mendigar um pouquinho de atenção do “bonitão”.

Cada dia que passava eu ia me afundando mais em soberba e prepotência. Era altamente orgulhoso. Sentia-me o dono da razão. Se fosse contrariado, o “bicho pegava geral”.

Se não resolvesse na conversa, era no tapa. E, dependendo da situação, apelava para magia e para os espíritos. E, assim, ia cada vez mais me atolando na lama das trevas.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Vencendo o inferno – Capítulo 01

Eu podia publicar a continuidade daquela outra postagem que prometi da serie O QUE FAÇO? Mas lí este testemunho no Blogue do Bispo Macedo e resolví priorizar pois é muito importante que eu compartilhe coonvosco.


Este é o testemunho de Renato Pimentel, um homem que conheceu de perto e se relacionou diretamente com as manifestações mais malignas das trevas. Servindo ao diabo, declarou ódio ao bispo Macedo, chegando a persegui-lo pessoalmente. Hoje, ele é um membro fiel da IURD de Botafogo, no Rio de Janeiro.

Acredito que meu testemunho comece como o testemunho de qualquer pessoa comum. Venho de uma família simples, de classe média alta. Estudei em ótimos colégios e tenho o nível superior completo, sendo bacharel em direito.

Minha família, por parte de mãe, era católica fervorosa, enquanto que por parte do meu pai, eram todos espíritas kardecistas e, de vez em quando, frequentavam a umbanda.

Minha mãe era de uma cidadezinha do interior do sul de Minas Gerais e quando ia passar minhas férias escolares lá, à noite viviam contando “causos” de fantasmas, cada um mais cabeludo que o outro, ao lado do fogão de lenha, até altas horas da noite.

Ficávamos escutando aquelas estórias atônitos e morrendo de medo de que aqueles seres horrendos viessem nos incomodar na hora de dormir.

Havia também uma bananeira que chorava igual uma criança nas noites de sextas-feiras de lua cheia e isso eu presenciei. Realmente, ouvia-se um choro de recém-nascido no pé da bananeira, mas quando se chegava ao lado dela, este parava instantaneamente e era só se afastar que ele recomeçava.

Havia outros “causos” dos quais não me recordo. E para completar a sessão de terror na minha infância, ainda existiam os tais “guias” que me davam passe, benziam a água para bebermos e me diziam que se eu não fosse uma boa criança para os meus pais e avós que o “bicho ruim” iria me pegar. Enfim, fui criado em plena tortura psicológica e aquelas estórias e ameaças, foram gradativamente me atemorizando de uma forma tão grande que fui levado a temer os espíritos até pouco tempo atrás.

Sentia a presença de alguém sempre me acompanhando, principalmente quando estava sozinho e no escuro. Era uma presença tão forte que podia sentir o calor e a respiração que vinham por trás de mim. Via vultos constantemente. Vultos de várias formas e cores. Falava com pessoas que não existiam, mas que eu via e conversava nitidamente com elas. Ninguém as via, só eu.

A casa do meu avô, em Minas Gerais, era uma antiga igreja que ele comprou e transformou em residência e armazém. O nosso quarto de hóspedes era justamente na capela onde os corpos dos mortos eram velados. Parecia o playground dos espíritos que vagavam por lá. Eles aprontavam mil e uma com a gente. Deitavam conosco na cama, puxavam as cobertas, pegavam os nossos chinelos e passeavam com eles pelo quarto, enfim, não nos deixavam em paz de jeito nenhum.

Por duas vezes a coisa ficou feia para o meu lado. Na primeira, eu falei que já estava cheio e que não acreditava mais neles (espíritos) e que ia dormir. Era por volta das 14 horas e eu estava sozinho no quarto, quando, de repente, a cama começou a se movimentar sozinha, indo para frente e para trás. Tentei gritar pedindo socorro, mas uma coisa tapava a minha boca, me impedindo de gritar. Minha voz não saía de forma alguma. Daí, comecei a rezar o Pai Nosso e a chorar, até que a coisa foi acalmando e parou a cama no mesmo lugar. Porém, o chão ficou todo marcado com os arranhões dos movimentos feitos pelo móvel. Não falei nada para ninguém, pois sabia que iriam zombar de mim.

Já na segunda vez o negócio ficou feio mesmo. Eu tinha mais ou menos uns 7 para 8 anos e tive um dia muito agitado com a minha mãe. Deixei-a tão desnorteada que ela me disse as seguintes palavras: “Você lembre bem de tudo o que está me fazendo e dizendo, pois quando o “bicho ruim” vier te pegar, não venha me pedir socorro, pois não vou te ajudar. Você que se vire com ‘ele’!” Foi o suficiente para eu sossegar, porém aquelas palavras ficaram martelando no meu ouvido o dia todo. Pedia a Deus que não anoitecesse nunca, pois eu sabia que à noite o tal “bicho ruim” viria acertar as contas comigo.

Dito e feito, hora de dormir. Minha mãe me colocou na cama, me deu um beijo de boa noite e saiu do quarto. Foi o tempo suficiente para ela chegar à sala e o maldito do “bicho ruim” começou a me torturar. Foram minutos intermináveis de terror e dor. Ele me sufocava, tapava a minha boca para eu não gritar, me batia no rosto, apertava meu pescoço, me beliscava, me dava socos, pisava na minha barriga, como se estivesse pulando em mim e eu não conseguia esboçar nenhum tipo de reação, foi quando me lembrei de que na minha cabeceira havia um crucifixo. Tentei pegá-lo, porém, em vão, mas comecei a rezar (rezar, pois naquela época eu não sabia o que era orar) novamente o Pai Nosso, até que a coisa foi passando, passando e consegui sentir-me livre daquela tortura toda. Tentei me levantar e não consegui. Tentei chamar pela minha mãe e não tinha forças para falar. Estava exausto. Parecia que eu havia corrido quilômetros.

Nunca, em toda a minha vida, eu comentei este episódio com alguém, nem mesmo com a minha mãe, pois tinha medo que o desgraçado voltasse para me punir por ter contado o que ele havia feito comigo.

Depois deste acontecimento, nunca mais tive contato físico com os espíritos, porém eles começaram a aparecer em forma de vultos e a falar comigo.

Comecei a me interessar em estudar ocultismo, magia e esoterismo e, gradativamente, fui me tornando um mago. Lia tudo o que aparecia pela frente, desde horóscopo até a bíblia negra. O livro de São Cipriano era a minha literatura de cabeceira. Gostava de me sentir poderoso, de poder manipular as coisas, de interferir no curso natural dos fatos.

Conseguia tudo o que eu queria com a ajuda dos espíritos. Servia a eles com total fidelidade e adoração. Sabia que se não os decepcionasse, eles me dariam tudo o que eu queria. Como sempre fui muito observador, comecei a reparar que tudo o que Deus faz, a magia negra faz igual, mas de forma contrária. Por exemplo: o número sete é o número de Cristo, porém, o diabo diz que sete é o número do mentiroso. Jesus morreu às 3hs da tarde; os maiores feitiços são feitos às 3hs da manhã. Sexta-feira foi o dia do perfeito sacrifício, porém, a maioria dos malefícios é feita também as sextas-feiras. E, desta forma, fui me municiando cada vez mais contra o diabo. Servia a ele, mas como diz o ditado, um olho na missa e o outro no padre. Sempre amei muito a “Deus”, sim, este nosso “Deus” da bíblia. Sempre O temi e respeitei e hoje tenho a plena certeza de que foi esta fé que me manteve vivo até hoje para poder dar este meu testemunho, que é o primeiro de vários outros que ainda serão dados.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

TERRAMOTO NO MÉXICO


Vigiai e orai porque não sabeis o dia nem a hora…
Os últimos acontecimentos revelam que estamos caminhando para o fim dos tempos, só este anos destacamos três terramotos:

Haiti
Chile

México foi atingido esta segunda-feira por um terramoto de magnitude 5.6, mas não há relatos imediatos de mortes ou danos na capital, Cidade do México.
De momento não há registo de vítimas ou de danos materiais consideráveis, indicaram fontes da protecção civil da Cidade do México e as autoridades do estado de Guerrero.
No entanto, muitas pessoas saíram dos edifícios assustadas com o sismo.
O abalo foi sentido às 11:48 locais (17:48 em Lisboa) e a actividade no aeroporto internacional da Cidade do México foi interrompida durante alguns minutos para verificar se as pistas estavam em bom estado, tendo as operações recomeçado pouco depois, segundo fontes locais.

Não será este o sinal que o nosso senhor Jesus revelou a mais de dois mil anos atrás?

OS MELHORES DA GLOBO 2009.


Os vencedores do prêmio dividiram com os jornalistas a emoção de serem escolhidos por votação nacional. Com os troféus em mãos, antes de voltarem para o lounge, os premiados seguiam para a coletiva para dar as primeiras declarações à imprensa.

LISTA DOS CONSAGRADOS NO PROGRAMA DO FAUSTO SILVA.

Ator/Atriz mirim – Klara Castanho

Jornalista – William Bonner

Cantor – Padre Fábio de Melo

Comediante - Katiuscia Canoro

Ator Coadjuvante – Bruno Gagliasso

Grupo/Banda ou Dupla – Victor e Leo

Esportista - César Cielo

Atriz Revelação – Adriana Birolli

Cantora -Claudia Leitte

Ator Revelação – Mateus Solano

Atriz Coadjuvante – Dira Paes

Revelação Musical – Luan Santana

Atriz – Alinne Moraes

Ator – Eriberto Leão

Música do ano – “Você não vale nada” (Calcinha Preta)

Aprenda a ser uma pessoa melhor...


Conseguir ser uma pessoa boa não é um bicho de sete cabeças, basta deixar o coração nas mãos de JESUS e não assumir uma postura egoísta perante a vida. O mundo está corrompido pela falsidade e hipocrisia porque os humanos não se respeitam, não conseguem aceitar as diferenças que existem.

Para se tornar uma pessoa melhor, passe a controlar o seu comportamento, seja otimista e ame o próximo. É importante ajudar aqueles que precisam do seu apoio, as vezes um abraço ou uma palavra de carinho faz toda a diferença. Evite fazer fofocas, ser falso ou contar mentiras, isso prejudica o seu desafio de se tornar uma pessoa melhor.

Você não precisa ser um super santo, basta algumas mudanças na forma de encarar a vida e os outros irão ficar impressionados. A bondade proporciona bem estar, ela eleva a condição de humano e nos torna mais divinos, então promova a solidariedade e tire toda a maldade do seu coração.

domingo, 4 de abril de 2010

O QUE FAÇO?


Certo homem de idade vivia numa cidade pacata e esquecida, tinha sua humilde casa e seus dois jovens netos que o ajudavam nos trabalhos do campo. Todos os dias, aqueles jovens eram orientados e guiados pelo avô a fim de mostrá-los o caminho certo a seguir, e métodos para sobreviver a meio da dificuldade. Um deles era atento, ouvia, e gostava de mostrar para o avô que estava obedecendo o que ele pedia, o outro porém ouvia mas não se firmava naquilo que ouvia, embora sendo obediente ele jamais teve vontade de se submeter aos ensinamentos do avô.

Certo dia houve uma calamidade na região, uma seca tremenda, e escasseou tudo, até a água faltava. O jovem que obedecia tudo quanto a avô falava resolveu pegar em suas reservas e distribuir para alimentar a casa. Já o outro guardou.
Agravada a situação, o avô teve de tomar uma difícil decisão:
- Meus netos vão ter que partir daqui, essa seca poderá demorar mais do prevemos, e se não procuramos uma solução a morte nos procurará. O que preferem? Procurar alimento ou melhores condições em terras distantes e perigosas, onde se quer sabem se irão sobreviver? Ou preferem aguentar aqui esperando por tempo bom, correndo o rico que a morte nos consuma?

O que você acha que eles vão decidir? Será que irão abandonar suas terras e procurar algo melhor em terras distantes? Ou será que vão escolher permanecer e tentar esperar que a situação melhore?

O que você decidiria se estivesse no lugar deles?

O que as vezes parece ser uma grande dificuldade é na verdade uma oportunidade que surge para tomarmos decisões importantes em nossa vida. Talvez a tua situação hoje depende de uma decisão, você não sabe se permanece ou se avança, assim como os jovens da história. O que você decidirá sobre essa situação?

Deus nos ensina o caminho que devemos seguir mas chega um momento em nossa vida que devemos tomar nossas decisões com base aos ensinamentos que temos recebido. Temos que fazer como o primeiro jovem, dar as nossas reservas (coração, alma, entendimento) para Deus, e segundo o seu ensinamento tomar a decisão.

Na quarta- feira publicarei o final da história.

Deus abençoe a todos.

Carlos Botelho de Vasconcelos

sábado, 3 de abril de 2010

POQUE VIVO DESSE JEITO?



Por que tenho vivido intensas amarguras?

Por que, mesmo crendo em Deus, vivo num verdadeiro inferno? Será que nasci para sofrer? Seria meu destino? Provação? Carma? Má sorte? Não faço mal a ninguém. Se não posso ajudar, pelo menos, não atrapalho. Mesmo assim, minha vida é um desastre. Casei sonhando com uma nova vida. Desde então, meus problemas se multiplicaram. Será mesmo que Deus existe? E, se existe, por que nada dá certo para mim?

Resposta

Há dois senhores no mundo. O do Bem e o do mal. Independente de religião, raça, cultura, classe social, educação, crença ou descrença em Deus. Cada pessoa é serva de Um ou de outro. Querendo ou não, crendo ou não, isso é um fato. Não há como escapar desta condição.

Nasci servo do mal. Não por opção, mas por ignorância de meus pais. Na idade da razão fui apresentado ao Senhor do Bem.

A cegueira religiosa até então era tão intensa que não percebia o quão perdido estava. Acreditava sinceramente que a igreja de são fulano era suficiente para me livrar do Lago de Fogo e Enxofre. Apocalipse 20.15

Não tenho palavras para descrever aqueles momentos. Sei apenas que meus olhos e ouvidos se abriram e pude contemplar meu Senhor, ouvir e entender Sua Palavra. Uma alegria indescritível tomou posse do meu ser. Não sabia se ria ou chorava, tamanho gozo na alma. Nunca tinha tido uma experiência como aquela. Minha alma se esvaziou de um peso enorme e o seu lugar foi ocupado pelo gozo celestial. Ganhei um novo coração e, consequentemente, nova vida. Esse é o trabalho do Senhor da Luz. Gerar vida nova. Perfeitamente nova.

“Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas”, disse o Senhor Jesus. Significa dizer que, quem não O segue, anda nas trevas. Daí a razão porque muitos têm a vida num inferno.

Se o patrão é opressor, o empregado será oprimido. Mas, se for justo, o empregado vai ter prazer em servi-lo.

A vida depende do senhor a quem se serve. Quem quiser mudar de vida, primeiro tem de trocar de senhor.

A pessoa pode receber o milagre que for, mas se não trocar de senhor, sua vida vai continuar péssima.

Que o Espírito de Deus abra o entendimento dos leitores servos do mal!

Bispo Edir Macedo

ESTÁ ANSIOSO?





Quando a ansiedade toma conta de você, o que você pensa, sente e faz perde as devidas proporções. A sua imaginação fica bloqueada ou se descontrola, as emoções negativas dominam a sua cabeça e o seu corpo fica tenso. Repare como você perde o controle de si mesmo e sente que "coisas ruins" podem acontecer.
Retome o controle fazendo o contrário do que você imagina que pode ajudar: aumente a ansiedade, reflita e perca o medo.



1- Analise um tema que gera ansiedade para você e descreva seus sentimentos com detalhes:

•Que alterações essa ansiedade produz no meu corpo?
•Que alterações essa ansiedade provoca na minha mente?
•Como eu me vejo? Como eu vejo os outros? Como eu vejo o mundo à minha volta?
•Como eu me trato quando estou ansioso? Como eu trato as outras pessoas nessas ocasiões?
•Como eu me comporto quando estou ansioso?
•Que atitudes eu jamais queria ter e acabo tendo?

2-Feche os olhos e imagine que a sua ansiedade aumentou.
Não tente controlá-la. Deixa-a crescer. E pergunte-se:

•Por que eu quero isso com tanta urgência?
•O que me impede de esperar e encontrar uma solução melhor, mais eficiente ou de menor custo para mim mesmo ou para outra pessoa?
•O que eu resolvo e o que eu ganho com isso? Sentir tanta ansiedade melhora a minha situação? Eu obtenho algum benefício? Os outros prestam mais atenção em mim? Os outros acreditam mais em mim?
•Isto que eu quero é tão urgente, tão importante, tão necessário, tão grande que eu pagaria com a minha saúde, com a saúde de pessoas queridas ou com a minha vida?

3-Abra os olhos. Escreva imediatamente todas as respostas.

4-Feche os olhos. Inspire e expire profunda e lentamente três ou quatro vezes, levando o ar ao abdômen.

5-Abra novamente os olhos e observe tudo ao seu redor.
Responda de novo detalhadamente todas as perguntas feitas antes.

6-Comprove as diferenças. Elas serão grandes e evidentes.


Importante
•A ansiedade diminui quando podemos identificar o que a produz, quando reconhecemos ações que não levam a nada, entendemos o prejuízo que nos causa e agimos com firmeza para não repeti-las.

O que faz você uma pessoa diferente?




A vida tem sido para muitos um mar de sofrimento e dor.
Existe quem neste momento esta lendo esta mensagem mas seu desejo é sumir, parar por aqui, e se entregar as dificuldades que a vida está lhe apresentando, não é mesmo?

Pois então saiba que nada disso é maior que você!

Sim, você pode vencer todos esses problemas, assim como meu pai (JESUS CRISTO) venceu!

você também pode vencer sim, apenas depende de você. De como você está olhando o teu problema.

Não existe nenhum problema maior que Deus, para Ele isso não passa de um grão de areia .

Caro Carlos… eu nem acredito mais que posso vencer, o Carlos não sabe o que eu estou passando...

Tem toda razão, eu não sei o que você está passando, mas Deus sabe.
Eu sei que falar é fácil mas Deus não só fala mas faz o que prometeu.
E ELE prometeu livrar voce.

Na verdade o que faz uma pessoa diferente é a fé que ela carrega, se ela for positiva então está pronto para mostrar a diferença, caso contrário não terá força de lutar contra eles.
E você?

Não tem tido força para lutar?

Eu vou lhe passar uma receita infalível:
- Abra o coração e entregue para Jesus, peça perdão por cada pecado e diz para ele que mesmo sem forças queres um novo começo.

- Tenha fé na oração que fizeste, e tenha um novo começo. Mude seus conceitos, seus valores, reconstrói sua vida junto a Deus. Volte e pratique o primeiro amor. Tenha um desejo ardente de conhecer a Deus e fazer parte dele.
Depois é só procurar melhorar dentro desse padrão.

Passe essa mensagem para outros seus amigos também, é legal quando sentimos que ajudamos alguém. (faz parte da receita)

Tudo de bom para tua familia.
Que Deus vos abençoe…

INVEJA!



Hoje vou falar de uma das personagens mais importantes que vou retratar na minha trama central, Nina Bettencourt:
Aparentemente uma mulher bonita, normal como todas as outras, muito gentil e culta, mas um verdadeiro pesadelo para seu irmão Rafael que vive tentando corrigir o jeito vil da irmã.

Nina sempre desejou ser uma mulher rica desejada, mas nunca recebeu a atenção que desejava das pessoas, passando a invejar a melhor amiga, a doce Estrela. Se apresenta como uma fiel amiga, mas vive tramando nas costas os mais dolorosos golpes.
Relato

Quando eu comecei a escrever esse personagem, eu nem sabia o quanto ela viria crescer na trama, na primeira transcrição ela era um personagem que surge quase nos meados e apesar de má ela vai mudando ao longo de pouco tempo. Já na segunda resolvi colocar ela como uma vilã perversa e dissimulada, mas na última transcrição ela se torna na principal vilã superando os outros dois anteriores. Eu dei vida a esse personagem me inspirando em uma pessoa que conheço e não mede esforço para conseguir o que quer, mesmo que isso significa passar por cima de tudo e todos.
Segundo uma definição que encontrei no livro As Obras da Carne e os Frutos do Espírito, do Bispo Edir Macedo: A inveja é, por excelência um sentimento de dor e fracasso diante do sucesso alheio. É a mais vil paixão e menos passível de cura dentre todas as desgraçam a alma humana.

A inveja de Nina, vai levar a desejar tudo de sua melhor amiga, até ao ponto de querer a alma dela. A vida de sua amiga está ameaçada por alguém que ela sequer imagina.

Você não pode deixar de ler essa história no meu novo livro A PROMESSA.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

LINHAS DIRECTAS!


Recebí esta mensagem de uma pessoa muito querida e quero compartilhar com vocês.



LEIA SOMENTE SE VOCÊ TIVER TEMPO PARA DEUS:

DEIXA EU TE PEDIR UMA COISA

TENHA CERTEZA, QUE VOCÊ IRÁ LER ATÉ O FIM, EU QUASE DELETEI ESSA MENSAGEM, E FUI ABENÇOADO QUANDO EU TERMINEI DE LER.

DEUS! QUANDO EU RECEBI ESSE E MAIL PENSEI COMIGO:
NÃO TENHO TEMPO PRA ISSO, E LER E -MAIL DURANTE O TRABALHO NÃO É ACONSELHÁVEL.

ENTÃO EU PERCEBI QUE ESSE TIPO DE PENSAMENTO É EXATAMENTE O QUE TEM CAUSADO UMA PORÇÃO DE PROBLEMAS NO MUNDO EM QUE VIVEMOS.

NOS RESUMIMOS EM ENCONTRAR DEUS SOMENTE NAS IGREJAS AOS DOMINGOS DE MANHÃ, TALVEZ NOS DOMINGOS À NOITE...NOS OCUPANDO COM NOSSAS OBRIGAÇÕES DURANTE A SEMANA TODA.

LEMBRAMOS D'ELE SOMENTE QUANDO ESTAMOS DOENTES E CLARO, EM VELÓRIOS , QUANDO PERDEMOS ENTES QUERIDOS.

PORÉM, NÃO TEMOS TEMPO PRA ELE DURANTE O TRABALHO, NOSSO LAZER ETC...

NÃO IMPORTA EM QUE LUGAR DO MUNDO, SIMPLESMENTE , ACHAMOS QUE PODEMOS NOS VIRAR SOZINHO.

QUE DEUS NOS PERDOE POR ESSES PENSAMENTOS.


NÃO EXISTE TEMPO OU LUGAR EM QUE ELE NÃO POSSA ESTAR CONOSCO.

DEVERÍAMOS SEMPRE PARAR E PENSAR EM TUDO QUE ELE FEZ E TEM FEITO POR NÓS.
SE VOCÊ NÃO ESTIVER ENVERGONHADO CONTINUE LENDO ABAIXO.

POR FAVOR, SIGA AS INSTRUÇÕES.

JESUS DISSE: SE SENTIRES VERGONHA DE MIM EU TAMBÉM SENTIREI VERGONHA DE VOCÊ QUANDO ESTIVERMOS NA FRENTE DE MEU 'PAI'.

ESTÁ COM VERGONHA?

CONTINUE APENAS SE VOCÊ O AMA..

SIM EU AMO MEU DEUS.
ELE É A RAZÃO DA MINHA EXISTÊNCIA E MEU SALVADOR.
ELE ME MANTÉM VIVO A CADA DIA, SEM ELE EU NÃO SERIA NADA, MAS COM ELE ME SINTO FORTE...

ISTO É APENAS UM SIMPLES TESTE.

SE VOCÊ AMA À DEUS E NÃO SENTE VERGONHA DELE, NEM DE TODAS AS COISAS MARAVILHOSAS QUE ELE TEM
FEITO POR VOCÊ.

AINDA TEM TEMPO PRA CONTINUAR LENDO?
ESTEJA CERTO QUE IRÁ LER ATÉ O FINAL.

FÁCIL X DIFÍCIL

POR QUÊ É TÃO DIFÍCIL DIZER A VERDADE E TÃO FÁCIL CONTAR UMA MENTIRA?
POR QUÊ SENTIMOS TANTO SONO NA IGREJA DURANTE O SERMÃO MAS DESPERTAMOS RAPIDINHO QUANDO ESTA
QUASE TERMINANDO O CULTO OU MISSA ETC....?
POR QUÊ É TÃO FÁCIL APAGAR UM E -MAIL SOBRE A PALAVRA DE DEUS E TÃO FÁCIL REPASSAR E- MAILS OBSCENOS?
DE TODOS OS PRESENTES QUE RECEBEMOS DE GRAÇA, A ORAÇÃO É O MAIS IMPORTANTE.
NÃO CUSTA NADA, MAS TRAZ MARAVILHOSAS RECOMPENSAS.
NÃO É ENGRAÇADO COMO AS PESSOAS RECUSAM À DEUS E DEPOIS SE PERGUNTAM PORQUE O MUNDO PARECE O INFERNO?
NÃO É ENGRAÇADO COMO AS PESSOAS DIZEM : SIM EU CREIO EM DEUS, MAS AINDA CONTINUAM ADORANDO SATANÁS, QUE A PROPÓSITO, TAMBÉM ACREDITA EM DEUS.
NÃO É ENGRAÇADO COMO VOCÊ ENVIA MILHARES DE PIADAS E ELAS SE ESPALHAM COMO UM INCÊNDIO NUMA FLORESTA, MAS QUANDO VOCÊ OU ALGUÉM COMEÇA LER UM E MAIL E PERCEBE QUE É SOBRE DEUS PENSA MIL VEZES ANTES DE DIVIDI-LO COM OS AMIGOS DA SUA LISTA?
NÃO É ENGRAÇADO QUE QUANDO VOCÊ TERMINAR DE LER ESSA MENSAGEM, VOCÊ NÃO IRÁ MANDAR PARA TODOS SEUS AMIGOS, PORQUE NÃO TEM CERTEZA SE ELES ACREDITAM EM DEUS OU NÃO , OU PORQUE SENTIRA ENVERGONHADO QUE ELES VÃO PENSAR SOBRE VOCÊ, POR MANDAR UMA MENSAGEM SOBRE DEUS?
NÃO É ENGRAÇADO QUE EU ESTOU MAIS PREOCUPADO NO QUE AS PESSOAS IRÃO PENSAR DE MIM, DO QUE SOBRE O QUE DEUS IRÁ PENSAR DE MIM?

PEÇO A DEUS QUE TODOS AQUELES QUE RECEBAM ESSA MENSAGEM, ENVIEM PARA TODOS SEUS AMIGOS E QUE ELES SEJAM INFINITAMENTE ABENÇOADO POR DEUS...AMÉM.
Jesus os abençoe!
vc tem Tempo para tudo e para DEUS vc Tem?