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domingo, 28 de novembro de 2010

TENHA PERSONALIDADE... II


A uns dias eu havia falado em meu Blog sobre uma situação que passei com uma pessoa amiga, que havia me tratado mal e em fim... Como eu disse e sinceramente não foi fácil, eu passei a orar e perdoei essa pessoa, hoje ela até falou comigo e mostrou-se uma pessoa melhor.

Uma situação semelhante essa semana, mas desta vez com outra pessoa, que eu sei que sempre teve um pé atrás comigo, porqu? Não sei explicar, mas vamos em frente.

Foi uma situação pior que a passada, novamente na frente das pessoas falaram comigo ríspidamente, aí dentro de mim eu disse: " Deus eu não estou mais para aturar isso." estava perdendo o foco e quase o controle, mas eu me confinei, me limitei em apenas responmder o que me era perguntado, mas dessa vez eu te digo,por um pouco eu perdia a cabeça, mas me controlei, respondí o que me perguntavam de forma seca, tal como a pergunta.

Claro que para ele foi um choque, ele não esperava que receberia as respostas daquela maneira, sentiu-se literalmente pequeno, vencido, e as pessoas diziam "calma", eu disse apenas que estava bem, e não estava chateado, apenas não estava num bom momento.

Depois de tudo uma outra pessoa veio ter comigo e disse:
- O que aconteceu?

Eu apenas respondi:
- O meu comportamento hoje pareceu estranho? Pois é, mas não é para eu me vangloriar, é para que as pessoas saibam que ser humilde sim, mas esmagado não. Não desafiei a ele, mas mostrei para ele que nós somos humanos, e que erramos, o pior é pensar que somos perfeitos. Que eu sou homem e preciso ser respeitado.

Lição:
Não condeno a minha atitude, até porque em tudo isso não pequei, me lembro o diz a bíblia "Ireis mas não pequeis", até esse ponto eu fui correcto, como eu disse apenas fui seco nas respostas. Sei que ele vai na frente das pessoas fazer a mesma coisa para me humilhar, mas como o bom mestre nos ensinou "O silencio fala", eu não sou mau respondão, por isso não vou altarar a minha maneira de me comportar por causa dele, o homem domina a sí, vale mais que o que domina uma cidade, e sabe o que vou fazer? Vou orar muito para que Deus perdoe e o abençoe muito, na vida aprendemos com as experiencias e essa foi mais uma que espero que te ajude.

Não adianta voc ficar ao lado de pessoas que te transmitem maus sentimentos, senão voc vai se tornar igualzinho a ele, em uma velocidade incrível, veja com quem andas.

Carlos Botelho de Vasconcelos

sábado, 27 de novembro de 2010

PARA PENSAR


Meados de Agosto de 2009, no auge das Perseguições da Rede Globo contra a Igreja Universal...

Duas senhoras bem distintas, elegantes e bem vestidas, estavam andando pela rua e comentando sobre as reportagens da Rede Globo, e diziam:

“...essa igreja é um covil de ladrões, de bandidos, esse bispo Macedo é o pior dos seres desta terra, manipulador, ladrão e sugador do pobres.”

Um rapaz, passando por essas duas senhoras na rua, ouviu de relance a conversa, pediu licença a elas e disse:

“Minhas senhoras, peço por favor a licença das senhoras. Eu vou falar uma coisa para as senhoras: vocês tem é que agradecer à Igreja Universal e ao bispo Macedo, de quem vocês falam tão mal.”

As mulheres, indignadas, replicaram: “Agradecer à Igreja Universal e ao bispo Macedo? Que disparate, por que faríamos isso?”

O rapaz respondeu: “Eu, há uns 05 anos, ficava neste local, neste mesmo horário, à espreita, observando os pedestres, e as minha vítimas preferidas eram mulheres como as senhoras, elegantes e distraídas.
Se eu encontrasse as senhoras há 05 anos neste mesmo local e horário, com certeza as senhoras não teriam mais a suas bolsas, relógios, pulseiras, brincos, celulares, carteiras, cartão de crédito e dinheiro, porque eu iria roubá-las, porém, como hoje sou um Homem de Deus, não vou fazer isso; me tornei um Homem de Deus na Igreja Universal, igreja fundada pelo Senhor Jesus Cristo através do bispo Macedo, por isso, eu digo que se hoje as senhoras vão para casa com todos os seus pertences, é graças à Igreja Universal e ao bispo Macedo.”

Essas senhoras se retiraram perplexas.

Pois é, muitas pessoas que falam tão mal do bispo e da igreja, nem fazem ideia do bem que os mesmos já fizeram em suas vidas.

De uma forma ou de outra, muitos destes que falam tão mal já foram e são beneficiados pelo trabalho da Igreja e do bispo.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

INSULTANDO A DEUS

Outro obstáculo à oração é encontrado em Tiago 1:5-8

Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma coisa; homem de ânimo dobre, inconstante em todos os seus caminhos.

A INCREDULIDADE PODE BLOQUEAR NOSSAS ORAÇÕES.

Se não pedimos com fé, não devemos esperar receber nada de Deus. Deus exige que creiamos em Sua Palavra com certeza absoluta. Questioná-la é fazer d’Ele um mentiroso. Quando pedimos algo a Deus e depois duvidamos se Ele vai nos dar aquilo ou não, é um insulto para Ele. Quando pedimos algo a Deus, devemos ficar na expectativa de recebê-lo. Menos que isso é dizer que Deus não é confiável.

Mas Deus não é um mentiroso. Quando Ele promete algo, é porque Ele vai fazê-lo — ao contrário do diabo, que é um mentiroso desde o princípio, e o pai da mentira. Quando você for tentado a duvidar, pergunte-se: Quem é o mentiroso, Deus ou o diabo? Você sabe a resposta.

Pedir com dúvida, não com fé, é apenas gastar saliva. E, além disso, a dúvida atrai o que teme. Nunca tema algo a menos que você queira que aquilo aconteça com você.

Muitos de nós fazemos isso quando oramos. É de se admirar que nossas orações não são respondidas? Quantas orações são bloqueadas pela nossa incredulidade! Vamos a Deus a pedir-lhe algo que claramente prometeu em Sua Palavra, e daí mantemos uma baixa expectativa de recebê-lo. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma coisa.


Temos que pedir com fé. E nós podemos pedir com fé, pois sabemos que temos um Deus que não é mentiroso; um Deus que quer nos abençoar mais do que queremos ser abençoados; um Deus que tem uma reputação a manter. Ele nos responde não porque merecemos, mas por causa do Seu bom nome.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A OCASIÃO TAMBÉM PEDE


Quando estes sinais te sucederem, faze o que a ocasião te pedir, porque Deus é contigo. 1 Samuel 10.7

A ocasião também pede. A cada momento, cada circunstância ou situação, algo é pedido de nós. O que a sua situação pede de você, nesse momento? Quem está atento sabe o que a ocasião lhe pede, vai em frente e faz, porque Deus é com ele.

Na família, no trabalho, nos relacionamentos, na saúde, na vida econômica, na vida espiritual, etc. sempre há uma ocasião que pede de nós uma certa atitude. Temos que estar atentos ao que a ocasião nos pede.

Quem tem medo, quem costuma hesitar, ou ficar buscando conselhos de outro lado, normalmente não atende o pedido da ocasião. Não faz nada, por isso não vê nada acontecer.

Duas coisas temos que ter em nós: (1) Ser com Deus para que Ele seja conosco; (2) Atentar para o que a ocasião nos pede, e fazê-lo.

Bp. Renato Cardoso

sábado, 20 de novembro de 2010

TENHA PERSONALIDADE...


Uma pessoa amiga minha, a uma semana mais ou menos, intrepetou-me mal quando eu tentava obter uma explicação sobre certo assunto e me tratou ríspidamente na frente de todo mundo. Como eu nao gosto de chamar atenção, enquanto ela fazia aquelas perguntas de forma intolerante e desrespeitosa o silencio foi a minha resposta.

Eu sabia que estava até certo ponto errado emn primeira atitude de ter por inocencia feito o que fiz, mas ela parecia tão cega que quando eu horas depois a chamei para pedir desculpas ela se negou, eu fiz uma gracinha com ela mas... ela simplesmente me ignorou.

Eu tentei, mas parece que ela ficou desposta a ficar com raiva de mim, dentro de mim eu pensei ||Quem ela pensa que é para me fazer isso? Está se achando||, mas ao mesmo tempo eu lembrei de tudo quanto tenho aprendido como Cristão e resolvi que não havia de tratar ela de maneira ríspida, não ia colocar a minha raiva de ser tratado assim na frente, me lembrei de certas mensagens que publico aqui em meu blogue e disse, vou tomar atitude correcta, vou ser corajoso, nem que seja para humilhar-me mas eu vou tratar essa pessoa lindamente, pois essa sempre foi a minha personalidade.

Moral da história: Não importa como a gente é tratado, não deixes que os teus valores, prioridades, desapareçam por causa de um momento, não permita que as pessoas despertem sentimentos negativos como raiva, rancor, íra, ódio em voce, peça sempre ajuda de Deus, perdoe a essas pessoas e nunca as trate mal, só não permita ser pisado por elas.

Deus Abençoe

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

NÃO DESISTA.


Os dias passam, os meses, os anos, mas cadé aquele sonho que tanto queremos realizar?
Onde se foram os nossos planos?

Quando um dos nossos sonhos se tarda em realizar-se, temos sempre tendencia de questionar, queremos sempre saber porque demora tanto, porque está tão dificil, em fim, uma lista de perguntas. Sabe a razão pela qual isso tem acontecido? A razão dessas questões todas? É apenas uma.

Simplemente estás perdendo a fé e a confiança que sempre tiveste. Quando nós temos um sonho, devemos lutar, batalhar por ele, provocar mudanças, claro que nada é fácil, mas é possível.

Pedindo para Deus, de forma que tudo se transforme conforme a vontade Dele, não a nossa, pedir a Deus sem igoísmo, mas para que o nome dele seja glorificado.

Nunca é tarde para nada, nunca páre de lutar, acredita, que a vitória é tua, que o fim vem e te dará a maior recompensa de todas, que é a coroa da vida.

Está desanimado? Levante-se, tente mais uma vez, e outra, e outra, vai ver que vais conseguir, só não páre, não desista, Jesus é contigo.

Carlos Botelho de Vasconcelos.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

FÉ E ESPÍRITO




A fé só funciona quando não há sentimento. Este, aliás, tem sido o mais cruel, mais enganador e mais mortífero veneno nas religiões, em especial, nas igrejas evangélicas. O sentimento de fé adotado tem sido tão forte que fica até difícil separá-lo da fé vinda do Espírito. Claro, quando se é nascido do Espírito há discernimento para identificá-lo. Mas, não é fácil. E o pior é tentar conscientizar suas vítimas. Não aceitam.

Todavia, os fatos comprovam isso. Onde há fé sobrenatural, há vida, sucesso, conquistas. Onde há fé nascida da carne, com certeza não há cumprimento da Palavra. Resultado: péssima qualidade de vida. Nesse caso, as promessas Divinas são utópicas. Por isso, a maioria dos cristãos não consegue completar a carreira da “fé”. Desanima no meio do caminho por não ver o retorno das promessas.

Na verdade, a fé emotiva é rebelde por natureza. Seus envolvidos não aceitam praticar a Palavra porque contraria sua vontade.

Quem vive à base dos sentimentos anda na contramão da fé do Espírito. Porque esta exige contrariar seu querer.

Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Mateus 16.24

Eis a razão por que, entre os muitos chamados, poucos são os nascidos do Espírito.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

RESISTINDO A TENTAÇÃO

Mt 4.1-11 nos descreve os momentos em que Jesus é conduzido ao deserto, pelo Espírito Santo, para orar e se preparar para a primeira de uma série de situações críticas e de extrema tensão que experimentaria ao longo de Seu Ministério nos poucos mais de três anos que se seguiriam. Tendo jejuado por quarenta dias e quarenta noites, eis que chega Satanás em pessoa para tentar ao Senhor. O que - de início - já aprendemos aqui: que Jesus ao dar início a Sua caminhada rumo ao Gólgota, jejua e ora. Se fisicamente, ao final desse período, Jesus se encontrava debilitado pela ausência total de alimentos (fome), espiritualmente Ele se encontrava sobremaneira forte e preparado para tudo o que se seguiria. Eis o que o Mestre nos ensina: inicialmente, antes de começar algo, antes de empreender um negócio, antes de realizar alguma coisa, posicione-se espiritualmente e se prepare, use as armas espirituais que Jesus usou, jejum e oração. Em suma: prepare-se para enfrentar as lutas e batalhas espirituais! Sem essa preparação, quando chegam as tentações, o que resulta é derrota e vergonha. O texto sagrado nos revela que Jesus foi tentado por 3 vezes.

A PRIMEIRA TENTAÇÃO: Área explorada pelo inimigo==> Necessidades econômicas de alimentação. JESUS NESSE PRIMEIRO MOMENTO É TENTADO A NÃO SER ESPIRITUAL.

Teve fome? Então, a primeira coisa a fazer é se alimentar. Quando as prioridades da vida de algúém se situam em ter atendidas suas necessidades econômicas de alimentação, vestuário, habitação, lazer, ou quaisquer outras formas de demanda e consumo, o que resulta?
COMO JESUS RESPONDE À TENTAÇÃO DE TRANSFORMAR PEDRAS EM PÃO? Usando a Palavra de Deus (Dt 8.3c):"Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus".

Entendendo a essência da tentação: O que é primazia em sua vida? O pão de trigo (alimento importante que sacia a fome física) ou o Pão da Vida (Jesus Cristo, alimento espiritual que sacia na plenitude do ser)? Qual é a sua escolha? Cuidado com as tentações da vida, que nos levam a escolhas que conduzem ao suprimento das necessidades do corpo, apenas, mas nada acrescenta às necessidades da alma e do espírito.

A SEGUNDA TENTAÇÃO: Área explorada pelo inimigo==> Necessidades espirituais.JESUS NESSE SEGUNDO MOMENTO É TENTADO A SER TOTALMENTE ESPIRITUAL.
O homem é um ser social, mas é um ser econômico, um ser político, e, também é um ser espiritual. Espiritualmente, o homem se depara com a necessidade de sentir-se amado por Deus e de saber que Ele livrará de todo o mal os que confiam e esperam Nele.
Observemos que Satanás, conhecendo a Palavra de Deus usa os v.11 e 12 do Salmo 91 para tentar Jesus. A tentação consistia em levar Jesus a interpretar equivocadamente as promessas de Deus e fazê-lo perecer pelo fanatismo. Se você pode fazer, então, FAÇA!

Jesus foi tentado a pedir a Deus - ou a demonstrar Seu poder como Filho de Deus - para que fosse salvo do perigo de se atirar abaixo do pináculo do templo, que bem poderia ser evitado por meios naturais. Para que servem escadas, rampas e elevadores?

A RESPOSTA DE JESUS À TENTAÇÃO DE LANÇAR DO ALTO DO TEMPLO: Usando a Palavra de Deus (Dt 6.16 a).

Que fique bem claro: Quando o Senhor nos manda fazer algo - mesmo que seja pular de um desfiladeiro - e nós fazemos, isto é um ato de fé.Quando nós fazemos por decisão própria ou induzido por alguém ( o tentador ou um de seus anjos) é um ato de presunção ou loucura.

A TERCEIRA TENTAÇÃO: Àrea explorada pelo inimigo ==> Necessidades de poder e glória. JESUS NESSE TERCEIRO MOMENTO É TENTADO A SER SEMI-ESPIRITUAL.
Tanto o poder quanto a glória, entre os homens, são consideradas necessidades de vaidosos, soberbos e orgulhosos; os que querem o mundo a seus pés. Aqui Satanás apela para a vaidade nossa de cada dia. Quem estiver disposto a pagar o preço da perdição, alie-se a ele, pois ele tudo dará, ele satisfará os desejos mais fortes da carne. O preço é o que exigia de Jesus: prostrar-se diante dele e adorá-lo.
O Senhor é o Deus Todo-Poderoso, onisciente e onipresente, o todo, o tudo em todos, Dele, Nele e por Ele são todas as coisas, à Ele, pois, a honra, a glória e o poder, eternamente. Quem entende isso sabe que é e está espiritualmente dependente Dele, de Sua Luz, de Sua Majestade, de Seu Poder e de Sua Glória, que são eternas. Como homens e mulheres, seres finitos e imperfeitos, precisamos saber que o poder e a glória terrenos são transitórios, passam, são fugazes e como fumaça logo se esvaem no ar, dissipado-se e deixando - muitas vezes - um gosto amargo na boca.
Quem procura fama, honra, poder e glória concedidos por homens, encontram, é verdade, mas, se não estiverem com o Senhor, perecerão e perdidos, para sempre, estarão.

A RESPOSTA DE JESUS À TENTAÇÃO DE TER TODOS OS REINOS DO MUNDO E A GLÓRIA DELES, DESDE QUE SE SUBMETESSE AO TENTADOR: Foi na forma de uma ordem expressa e em seguinda usando a Palavra de Deus, o repreendeu (Dt 6.13).
O que aconteceu a seguir?
O tentador se foi...
Os anjos do Senhor chegaram e passaram a servir Jesus.
A mesa estava posta, os alimentos vieram dos céus e os anjos - como diáconos - serviam Jesus!
Tudo bem, você poderia dizer. Ah! isso aconteceu porque Jesus é Jesus!! E quanto a nós, simples mortais, como devemos fazer para estar preparados e com condições de vencer as batalhas espirituais, resistindo às tentações do dia-a-dia?
O apóstolo Paulo em Ef 6.10-17 ensina como devemos proceder:
Precisamos estar fortalecidos no Senhor e na força de Seu poder.
Devemos nos revestir - como soldados do Exército do Senhor - de uma vestimenta espiritual muito poderosa: A Armadura de Deus.
Armadura é vestimenta de soldado. Você já viu uma?O que possui uma armadura?

Uma armadura é constituída por um conjunto de artefatos de defesa: um capacete, uma couraça ou colete, um cinturão, um escudo e um par de sandálias. Certamente que um soldado com armadura porta em sua mão uma espada, como sua arma de ataque. Então, paralelamente, vejamos em que constitui uma Armadura de Deus:

Na cabeça, como capacete===> A SALVAÇÃO (tenha certeza da salvação em Cristo Jesus, não titubei, não vacile, saiba e sinta-se amado pelo Pai).

No peito, como couraça/colete===> A JUSTIÇA (seja justo, saiba que na Justiça de Deus você tem o Senhor Jesus, o Espírito Santo como Advogado, intercedendo por você)

Na cintura, como cinto/cinturão===> A VERDADE (seja verdadeiro, sempre, Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, mas Satanás é o pai da mentira).

No braço, como apoio, o escudo===> A FÉ (seja uma pessoa de fé. Saiba que sem fé é impossível agradar a Deus).

Na mão, como espada===> A PALAVRA DE DEUS (seja ousado/a, use a Bíblia como única fonte de regra de fé e prática. Para combater as investidas malignas, repreenda-as com a Palavra de Deus).

Nos pés, como sandálias===> O EVANGELHO DA PAZ (a preparação do Evangelho que nos impele a proclamar a salvação pela graça, a salvação pela fé e que o nosso Senhor é Deus de Paz).

Lembre-se: Nossa luta não é contra o homem/ a mulher, mas contra as forças das trevas que os estão dominado, subjugando -os e anulando suas vontades.

Portanto, para combater o mal, para livrar-se das astutas ciladas do tentador é preciso usar a Armadura de Deus.

Usando sempre a Armadura de Deus, não se esqueça, um só minuto, do que nos ensina, ainda, a Palavra de Deus:

'Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar" (1 Pe 5.8).

"Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e Ele se chegará a vós (Tg 4.7,8) ( Desenvolvimento ampliado da mensagem deste pastor levada à Comunidade no culto de domingo 11/04/2010)


Postado por Evandro Oliveira

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O JIPE


Um jovem cumpria o seu dever cívico prestando serviço ao exército, mas era ridicularizado por ser cristão.

Um dia, o seu superior hierárquico, na intenção de humilhá-lo na frente do pelotão, pregou-lhe uma peça:

- Soldado Coelho, venha até aqui!
- Pois não, Senhor.
- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.
- Mas, senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.
- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o que eu lhe ordenei.
- Mas, senhor, eu não sei dirigir!
- Então, peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe.

O soldado, não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi até o veículo. Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua oração: "Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre a essas pessoas a Sua fidelidade. Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém."

O garoto manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o seu superior.

Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos.

- O que houve gente? perguntou o soldado.
- Nós queremos o teu Deus, Coelho. Como fazemos para tê-lo? Perguntou o seu superior.
- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas por que todos decidiram aceitar o meu Deus?

O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o jipe, enxugando suas lágrimas. Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo estava sem o motor!

DEUS CUIDA DOS SEUS. Lembre-se sempre disso!

domingo, 7 de novembro de 2010

ORAÇÃO DE FÉ


Muitas pessoas têm pensado que, dada nossa autoridade espiritual, as respostas de Deus às nossas orações particulares são quase que imediatas.

Felizmente, ou infelizmente, não são. Deus sabe.

Há anos temos perseguido um sonho especial. Orações pelas madrugadas, jejuns e até gemidos. Por que meu Deus e meu Pai?

Nisso a resposta não demorou. Estava bem lá dentro da Bíblia. Livro de Juízes, capítulo 20.

Levados pelas circunstâncias os filhos de Israel viveram um grave problema familiar. Um de seus filhos teve sua mulher violentada e morta por alguns de seus irmãos da tribo de Benjamin. Sedentos por justiça e sob o consentimento de Deus Israel subiu contra a tribo de Benjamim.

No primeiro dia de batalha foram derrotados e perderam 22 mil homens.

Israel não se intimidou e de novo voltou-se contra os benjamitas. Mas desta vez choraram perante o Senhor até à tarde, e O consultaram, dizendo:

"Tornaremos a pelejar contra os filhos de Benjamim, nosso irmão? E o Senhor respondeu: Subi contra ele. Novamente Israel foi derrotado e perdeu 18 mil soldados."

Perseverou Israel e pela terceira vez consecutiva voltou-se contra os "IRMAUS".

Mas dessa vez Israel primeiro subiu a Betel, e chorou, e esteve ali perante o Senhor, e jejuou aquele dia até à tarde; e, perante o Senhor, ofereceu holocaustos e ofertas pacíficas. (Jz 20:26)

A partir de então tiveram a visão Divina de como poderiam derrotar os benjamitas. Colocaram o plano em prática e obtiveram a vitória completa.

Resumindo: Israel orou na primeira vez e mesmo com a permissão Divina, perdeu. Segunda vez Israel orou e até chorou. E ainda com a permissão Divina, perdeu outra vez. Terceira vez Israel orou, chorou, jejuou e sacrificou.

E a vitória total alcançou!

REVOLTA


A revolta é uma energia. Serve para o bem ou para o mal, depende de quem a dirige. A maioria das pessoas revoltadas tem usado essa força para o mal. O jovem revoltado com problemas familiares descamba para as drogas e até para a criminalidade. A pessoa num beco sem saída usa sua revolta para acabar com sua vida. O traído usa sua revolta para se vingar de quem o traiu. Assim sendo, cada um usa sua revolta como combustível para queimar.

O revoltado é inconsequente quando usa sua força para o mal. Por conta disso, ele tem assumido sua posição de perdido e exteriorizado sua revolta em forma de ódio.


Imagine essa revolta a serviço de Deus! O resultado será exteriorizar o ódio contra as forças espirituais do mal, causadoras das injustiças. Com a direção Divina, esse poder não só vai reverter a própria situação, mas de toda a coletividade. Ou seja, a revolta, quando usada em parceria com Deus, promove o bem estar pessoal e dos familiares. Como? Permitindo-se ser possuído pelo Espírito de Deus.

Faça um teste. Coloque sua revolta a serviço de Deus. Sua revolta vai despertar a fé pura e você vai arrebentar!


Bispo Edir Macedo

ROTINA DE FÉ


O hábito de fazer as coisas sempre da mesma maneira tem amarrado a vida de muita gente. Seja na vida profissional, no casamento e até mesmo na fé.


Entretanto, não há rotina quando se vive mesmo pela fé, assim como não há rotina no casamento quando se ama de verdade.

A vida pela fé exige contínuo sacrifício, assim como, a vida a dois exige sacrifício de ambos.

Quando se vive pela fé, há dependência do Espírito de Deus; quando se depende dEle, se vive pela fé. O mesmo se dá em relação ao casamento. Quando se ama de verdade, há dependência mútua, há paz e harmonia, respeito, consideração e fidelidade.


Muitos têm usado a fé como ferramenta de conforto espiritual na hora da morte. Não de conquistas pessoais. Submetem-se aos fracassos por conta da “fé” nos sofrimentos da cruz, nas provações, no carma ou no destino. Ignorando as Promessas Divinas se deixam levar por esses sacrilégios sem questionar.

Quem tem o Espírito de Deus é revoltado contra as injustiças e mazelas desse mundo, e jamais confortado, consolado ou acomodado com elas.



Bispo Edir Macedo

OS VALENTES DE DEUS



Vencer os amalequitas, midianitas, como também os povos do Oriente, era algo impossível. O número dos inimigos era incontável, como areia que há no mar. Por isso, Deus escolheu Gideão, que era revoltado. Os revoltados são valentes destemidos e, com Deus, eles se tornam poderosos em guerra.

O revoltado tem o poder de vencer o mal que vem prevalecendo, por mais poderoso que ele se julga ser. A sua arma é a sua FÉ, MANIFESTADA ATRAVÉS DO SACRIFÍCIO. Descendo do altar, após o sacrifício feito, ele se torna forte. O sacrifício é a união da força do revoltado com o poder de Deus. Na realidade, o sacrifício dele é o sinal da sua parceria com Deus.


O sinal da revolta e da parceria de Gideão com Deus foi o segundo boi. Pois, é tudo ou nada – o que não pode é o inimigo prevalecer. O revoltado se conhece no campo de batalha; a sua visão é vencer a guerra.


A visão do acomodado é uma melhora. Por isso, ele acaba perdendo tudo. Nenhum acomodado sequer vence uma batalha, quanto mais uma guerra.

Deus está convocando os valentes para a guerra!

Bispo Romualdo Panceiro

sábado, 6 de novembro de 2010

DESABAFO DE FILHA


Bispo Macedo: "Este e-mail me foi enviado por minha filha, Viviane Freitas, em abril deste ano e traz uma mensagem que quero compartilhar com os leitores do meu blog"

Oi, paizinho!

Queria agradecer pelo seu post. Primeiro, não imaginava que fosse você, ainda que vi que era o seu nome. Mas quando li até o fim, vi que era você realmente.

O amor às almas foi o que eu herdei de vocês. E o Júlio regou essa plantinha e a fez crescer ainda mais.

Desde que nasci de Deus, no Brás, em São Paulo, aos meus 15 anos, minha vida mudou por completo. Meu desejo era ganhar almas. Não fazia mais diferença em não ter "amizades", não fazia mais diferença o mundo e suas "aventuras" e etc... O que me importava era salvar almas.

Quando me casei, saí da posição de obreira e fui esposa de pastor. Queria dar seguimento, mas não sabia como. Fazia tudo que eu achava que seria ideal, mas não sentia a alegria de quando era obreira. Você deve se lembrar, mas um dia eu decidi não ir à vigília para falar com Deus a sério, porque estava angustiada. Não atendia o povo como antes, não estava tanto em ligação com o povo. Eu senti muita falta!!! Falta mesmo!!!

Então, eu coloquei o meu walkman para escutar a reunião no Brasil e comecei a clamar com um pastor. Eu chorava a soluços, tamanha era a minha agonia. Eu chorava à vontade, sem me dar conta do barulho, porque todos estavam na igreja, mas, de repente, alguém colocou a mão sobre as minhas costas (pois eu estava de joelhos), e eu pensei "Oh Oh!!!! Quem será que está vendo este episódio da minha vida?" Quando eu virei, vi a mamãe perguntando para mim: “O que houve, minha filha? O Júlio te bateu?”(rsrsrsrs). Eu mal conseguia ter controle das minhas lágrimas e gemidos. Eu dizia: “Não, não é isso”, respondi. “O que houve?”
De repente, aparece você (era naquela casa de Portugal, ao lado do bispo Paulo). “O que houve? Hei, hei!!! Vamos parar com esse choro!!! Calma, calma!!! Fala o que houve?” E eu descontrolada, não conseguia explicar. Depois de um tempo, falei, sem saber exprimir a agonia, que não sentia o Espírito Santo como antes.
Você disse: "O que é isso, minha filha! O Espírito Santo não se sente a todo momento. Eu também não sinto toda hora.” Eu me lembro como se fosse hoje, suas palavras e a cena toda.

Você não conseguia entender o que havia naquela aflição. Nem eu sabia explicar. Mas era isso, a dor de não ser usada como antes. Não lidar com o povo como antes.

Passaram-se meses, e fomos para a África do Sul, depois para Nova York, depois Califórnia, Texas, Califórnia, Nova York, e sempre em busca de como agir para ganhar almas, pois normalmente a esposa fica de longe. Fui me adaptando ao convívio de uma esposa natural. Atendia, orava, acompanhava etc., mas não era o mesmo.

Começou a entrar o desejo pessoal de querer ter um filho, e ele veio; depois perdi. Mas sempre havia pedido a Deus que não me fizesse confundir amor de mãe com o de Deus e que isso nunca me atrapalhasse de fazer a obra, caso contrário, que tirasse de mim.

Acredita? Pois foi isso mesmo que pedi, desde o começo.

Quando perdi tudo que para mim era a benção de Deus e fui parar em Atlanta, me vi em agonia, principalmente quando me lembrava das crianças. Parecia quase uma depressão de tão feia que era a coisa. Quando encontrava na rua as mães com seus filhos, me doía; e também quando estava em casa, me batia a saudade. A minha dor era cruel. Estava super delicado o meu caso. Ninguém ligava. Estava só.

Mas mesmo assim, não deixava de fazer aquilo que também eu gostava: sair para evangelizar, limpar e cuidar da igreja.

Nisso, insistia para que o Júlio adotasse outra criança, porque a dor estava insuportável. Mas ele insistia que agora não iria adotar, nem que você mandasse, pois estávamos sofrendo porque anos antes eu havia rogado que aceitasse o desafio de adotar, e que não fomos chamados para cuidar de criança! Fomos chamados para ganhar almas!

Eu queria espernear ao ouvir isso dele. Como pode? Agora não tenho saída! Os meus pais não podem me ajudar; ninguém. Eu vou ter que conviver com isso, não acredito!

Pai, quase eu tapava meus ouvidos quando ele me falava isso. E eram várias vezes que eu lhe pedia, e ele negava e sempre dizia as mesmas palavras.

E quando ele dizia essas palavras, Deus falava lá no fundinho do meu coração, mas bem baixinho: “Minha filha, peça para Eu tirar esse desejo pessoal, que é egoísmo da sua parte, pois você está no altar.”

Quando eu ouvia aquela voz dentro de mim, eu falava mim mesma: "Ah, espera aí, o senhor quer que eu tire o meu sonho, depois de tudo o que aconteceu? Ah não, isso aqui é meu direito, o único que me restou. E eu não vou pedir ao Senhor, não!!! Poxa, todo mundo tem, por que eu tenho que sacrificar? Por que eu? Todo mundo deu certo, e estou ganhando almas também desse jeito!”

Mas nem meus pensamentos convenciam a mim mesma de que era certo o que eu sentia.

Pai, foi muito duro. Quando vocês iam me visitar, o nó estava ali dentro. Só Deus para me sustentar para não me derramar ali diante de vocês. Parecia que eu ia ficar endemoniada, tal era acusação do diabo de todos os lados. Ele se baseava na tristeza que eu sentia, e tentava me convencer que eu estava endemoniada.

Quando houve aquela campanha do Santuário, e tinha um trono; eu havia pegado o envelope. Mas quando foi a hora de apresentar, eu fui com o envelope vazio, mas falei com Deus assim: “Olha, Deus, esse envelope está vazio! O Senhor tá vendo? Pois é, mas aqui está o meu maior sonho, o que eu não queria te pedir e nem te entregar. A partir de hoje, eu entrego o desejo de ter filho, e nunca mais eu vou buscar realizar esse desejo.”

Naquele altar bem simples, da igreja de Atlanta, desci os dois degraus e dei de cara com o obreiro. O meu rosto estava todo vermelho de tanto chorar, porque não havia dado algo com o que eu estava sentindo, mas o que a fé inteligente me dizia fazer. No momento que eu descia, pensei: “Não vou falar a ninguém este voto, porque não sei se terei forças para cumprir. “

Quando levantei o rosto e vi o obreiro, pensei: “O obreiro deve estar pensando que eu estou chorando porque a igreja está vazia, coitado, nem sabe que eu estava dando algo a Deus que já era para ter dado havia muito tempo.

Pai, fiquei tão envergonhada diante de Deus. Que triste realidade. Eu deveria estar ganhando ou investindo em almas! Eu, aqui, sofrendo porque eu não tenho filho? Fim do mundo!!!

Pai, foi como espada de dois gumes. Saí dali chorando mais ainda. Todas as vezes que me lembro desse episódio, me faz chorar de ter sido tão egoísta.

Mas, não sei quanto tempo depois, não tive mais o desejo de ter filho.

Depois de anos, vim saber que alguém havia entrado naquele santuário comigo. E esse alguém falou na reunião de esposas, na qual eu estava dando o meu testemunho. Ela disse: “Eu me lembro da senhora. Eu me lembro, porque nesse dia eu fui batizada com o Espírito Santo. Essa pessoa é a Patrícia Barboza.

Daquela igreja simples, nasceram vários homens de Deus. Se eu não me engano, nove homens. Havia mais homens do que mulheres na obra, porque houve sangue no sacrifício. Esses nove estão fazendo a obra no altar, além das mulheres que também estão.

O meu ministério recomeçou nesse dia, que eu dei. Dei sem pedir que tirasse esse desejo. Dei sem sentir. Dei para servir!

Dali, comecei a dar frutos.

Foi isso, mas a história tem muita coisa para contar!

Na fé!

Viviane Freitas
Este e-mail me foi enviado por minha filha, Viviane Freitas, em abril deste ano e traz uma mensagem que quero compartilhar com os leitores do meu blog


Oi, paizinho!

Queria agradecer pelo seu post. Primeiro, não imaginava que fosse você, ainda que vi que era o seu nome. Mas quando li até o fim, vi que era você realmente.

O amor às almas foi o que eu herdei de vocês. E o Júlio regou essa plantinha e a fez crescer ainda mais.

Desde que nasci de Deus, no Brás, em São Paulo, aos meus 15 anos, minha vida mudou por completo. Meu desejo era ganhar almas. Não fazia mais diferença em não ter "amizades", não fazia mais diferença o mundo e suas "aventuras" e etc... O que me importava era salvar almas.

Quando me casei, saí da posição de obreira e fui esposa de pastor. Queria dar seguimento, mas não sabia como. Fazia tudo que eu achava que seria ideal, mas não sentia a alegria de quando era obreira. Você deve se lembrar, mas um dia eu decidi não ir à vigília para falar com Deus a sério, porque estava angustiada. Não atendia o povo como antes, não estava tanto em ligação com o povo. Eu senti muita falta!!! Falta mesmo!!!

Então, eu coloquei o meu walkman para escutar a reunião no Brasil e comecei a clamar com um pastor. Eu chorava a soluços, tamanha era a minha agonia. Eu chorava à vontade, sem me dar conta do barulho, porque todos estavam na igreja, mas, de repente, alguém colocou a mão sobre as minhas costas (pois eu estava de joelhos), e eu pensei "Oh Oh!!!! Quem será que está vendo este episódio da minha vida?" Quando eu virei, vi a mamãe perguntando para mim: “O que houve, minha filha? O Júlio te bateu?”(rsrsrsrs). Eu mal conseguia ter controle das minhas lágrimas e gemidos. Eu dizia: “Não, não é isso”, respondi. “O que houve?”
De repente, aparece você (era naquela casa de Portugal, ao lado do bispo Paulo). “O que houve? Hei, hei!!! Vamos parar com esse choro!!! Calma, calma!!! Fala o que houve?” E eu descontrolada, não conseguia explicar. Depois de um tempo, falei, sem saber exprimir a agonia, que não sentia o Espírito Santo como antes.
Você disse: "O que é isso, minha filha! O Espírito Santo não se sente a todo momento. Eu também não sinto toda hora.” Eu me lembro como se fosse hoje, suas palavras e a cena toda.

Você não conseguia entender o que havia naquela aflição. Nem eu sabia explicar. Mas era isso, a dor de não ser usada como antes. Não lidar com o povo como antes.

Passaram-se meses, e fomos para a África do Sul, depois para Nova York, depois Califórnia, Texas, Califórnia, Nova York, e sempre em busca de como agir para ganhar almas, pois normalmente a esposa fica de longe. Fui me adaptando ao convívio de uma esposa natural. Atendia, orava, acompanhava etc., mas não era o mesmo.

Começou a entrar o desejo pessoal de querer ter um filho, e ele veio; depois perdi. Mas sempre havia pedido a Deus que não me fizesse confundir amor de mãe com o de Deus e que isso nunca me atrapalhasse de fazer a obra, caso contrário, que tirasse de mim.

Acredita? Pois foi isso mesmo que pedi, desde o começo.

Quando perdi tudo que para mim era a benção de Deus e fui parar em Atlanta, me vi em agonia, principalmente quando me lembrava das crianças. Parecia quase uma depressão de tão feia que era a coisa. Quando encontrava na rua as mães com seus filhos, me doía; e também quando estava em casa, me batia a saudade. A minha dor era cruel. Estava super delicado o meu caso. Ninguém ligava. Estava só.

Mas mesmo assim, não deixava de fazer aquilo que também eu gostava: sair para evangelizar, limpar e cuidar da igreja.

Nisso, insistia para que o Júlio adotasse outra criança, porque a dor estava insuportável. Mas ele insistia que agora não iria adotar, nem que você mandasse, pois estávamos sofrendo porque anos antes eu havia rogado que aceitasse o desafio de adotar, e que não fomos chamados para cuidar de criança! Fomos chamados para ganhar almas!

Eu queria espernear ao ouvir isso dele. Como pode? Agora não tenho saída! Os meus pais não podem me ajudar; ninguém. Eu vou ter que conviver com isso, não acredito!

Pai, quase eu tapava meus ouvidos quando ele me falava isso. E eram várias vezes que eu lhe pedia, e ele negava e sempre dizia as mesmas palavras.

E quando ele dizia essas palavras, Deus falava lá no fundinho do meu coração, mas bem baixinho: “Minha filha, peça para Eu tirar esse desejo pessoal, que é egoísmo da sua parte, pois você está no altar.”

Quando eu ouvia aquela voz dentro de mim, eu falava mim mesma: "Ah, espera aí, o senhor quer que eu tire o meu sonho, depois de tudo o que aconteceu? Ah não, isso aqui é meu direito, o único que me restou. E eu não vou pedir ao Senhor, não!!! Poxa, todo mundo tem, por que eu tenho que sacrificar? Por que eu? Todo mundo deu certo, e estou ganhando almas também desse jeito!”

Mas nem meus pensamentos convenciam a mim mesma de que era certo o que eu sentia.

Pai, foi muito duro. Quando vocês iam me visitar, o nó estava ali dentro. Só Deus para me sustentar para não me derramar ali diante de vocês. Parecia que eu ia ficar endemoniada, tal era acusação do diabo de todos os lados. Ele se baseava na tristeza que eu sentia, e tentava me convencer que eu estava endemoniada.

Quando houve aquela campanha do Santuário, e tinha um trono; eu havia pegado o envelope. Mas quando foi a hora de apresentar, eu fui com o envelope vazio, mas falei com Deus assim: “Olha, Deus, esse envelope está vazio! O Senhor tá vendo? Pois é, mas aqui está o meu maior sonho, o que eu não queria te pedir e nem te entregar. A partir de hoje, eu entrego o desejo de ter filho, e nunca mais eu vou buscar realizar esse desejo.”

Naquele altar bem simples, da igreja de Atlanta, desci os dois degraus e dei de cara com o obreiro. O meu rosto estava todo vermelho de tanto chorar, porque não havia dado algo com o que eu estava sentindo, mas o que a fé inteligente me dizia fazer. No momento que eu descia, pensei: “Não vou falar a ninguém este voto, porque não sei se terei forças para cumprir. “

Quando levantei o rosto e vi o obreiro, pensei: “O obreiro deve estar pensando que eu estou chorando porque a igreja está vazia, coitado, nem sabe que eu estava dando algo a Deus que já era para ter dado havia muito tempo.

Pai, fiquei tão envergonhada diante de Deus. Que triste realidade. Eu deveria estar ganhando ou investindo em almas! Eu, aqui, sofrendo porque eu não tenho filho? Fim do mundo!!!

Pai, foi como espada de dois gumes. Saí dali chorando mais ainda. Todas as vezes que me lembro desse episódio, me faz chorar de ter sido tão egoísta.

Mas, não sei quanto tempo depois, não tive mais o desejo de ter filho.

Depois de anos, vim saber que alguém havia entrado naquele santuário comigo. E esse alguém falou na reunião de esposas, na qual eu estava dando o meu testemunho. Ela disse: “Eu me lembro da senhora. Eu me lembro, porque nesse dia eu fui batizada com o Espírito Santo. Essa pessoa é a Patrícia Barboza.

Daquela igreja simples, nasceram vários homens de Deus. Se eu não me engano, nove homens. Havia mais homens do que mulheres na obra, porque houve sangue no sacrifício. Esses nove estão fazendo a obra no altar, além das mulheres que também estão.

O meu ministério recomeçou nesse dia, que eu dei. Dei sem pedir que tirasse esse desejo. Dei sem sentir. Dei para servir!

Dali, comecei a dar frutos.

Foi isso, mas a história tem muita coisa para contar!

Na fé!
Este e-mail me foi enviado por minha filha, Viviane Freitas, em abril deste ano e traz uma mensagem que quero compartilhar com os leitores do meu blog


Oi, paizinho!

Queria agradecer pelo seu post. Primeiro, não imaginava que fosse você, ainda que vi que era o seu nome. Mas quando li até o fim, vi que era você realmente.

O amor às almas foi o que eu herdei de vocês. E o Júlio regou essa plantinha e a fez crescer ainda mais.

Desde que nasci de Deus, no Brás, em São Paulo, aos meus 15 anos, minha vida mudou por completo. Meu desejo era ganhar almas. Não fazia mais diferença em não ter "amizades", não fazia mais diferença o mundo e suas "aventuras" e etc... O que me importava era salvar almas.

Quando me casei, saí da posição de obreira e fui esposa de pastor. Queria dar seguimento, mas não sabia como. Fazia tudo que eu achava que seria ideal, mas não sentia a alegria de quando era obreira. Você deve se lembrar, mas um dia eu decidi não ir à vigília para falar com Deus a sério, porque estava angustiada. Não atendia o povo como antes, não estava tanto em ligação com o povo. Eu senti muita falta!!! Falta mesmo!!!

Então, eu coloquei o meu walkman para escutar a reunião no Brasil e comecei a clamar com um pastor. Eu chorava a soluços, tamanha era a minha agonia. Eu chorava à vontade, sem me dar conta do barulho, porque todos estavam na igreja, mas, de repente, alguém colocou a mão sobre as minhas costas (pois eu estava de joelhos), e eu pensei "Oh Oh!!!! Quem será que está vendo este episódio da minha vida?" Quando eu virei, vi a mamãe perguntando para mim: “O que houve, minha filha? O Júlio te bateu?”(rsrsrsrs). Eu mal conseguia ter controle das minhas lágrimas e gemidos. Eu dizia: “Não, não é isso”, respondi. “O que houve?”
De repente, aparece você (era naquela casa de Portugal, ao lado do bispo Paulo). “O que houve? Hei, hei!!! Vamos parar com esse choro!!! Calma, calma!!! Fala o que houve?” E eu descontrolada, não conseguia explicar. Depois de um tempo, falei, sem saber exprimir a agonia, que não sentia o Espírito Santo como antes.
Você disse: "O que é isso, minha filha! O Espírito Santo não se sente a todo momento. Eu também não sinto toda hora.” Eu me lembro como se fosse hoje, suas palavras e a cena toda.

Você não conseguia entender o que havia naquela aflição. Nem eu sabia explicar. Mas era isso, a dor de não ser usada como antes. Não lidar com o povo como antes.

Passaram-se meses, e fomos para a África do Sul, depois para Nova York, depois Califórnia, Texas, Califórnia, Nova York, e sempre em busca de como agir para ganhar almas, pois normalmente a esposa fica de longe. Fui me adaptando ao convívio de uma esposa natural. Atendia, orava, acompanhava etc., mas não era o mesmo.

Começou a entrar o desejo pessoal de querer ter um filho, e ele veio; depois perdi. Mas sempre havia pedido a Deus que não me fizesse confundir amor de mãe com o de Deus e que isso nunca me atrapalhasse de fazer a obra, caso contrário, que tirasse de mim.

Acredita? Pois foi isso mesmo que pedi, desde o começo.

Quando perdi tudo que para mim era a benção de Deus e fui parar em Atlanta, me vi em agonia, principalmente quando me lembrava das crianças. Parecia quase uma depressão de tão feia que era a coisa. Quando encontrava na rua as mães com seus filhos, me doía; e também quando estava em casa, me batia a saudade. A minha dor era cruel. Estava super delicado o meu caso. Ninguém ligava. Estava só.

Mas mesmo assim, não deixava de fazer aquilo que também eu gostava: sair para evangelizar, limpar e cuidar da igreja.

Nisso, insistia para que o Júlio adotasse outra criança, porque a dor estava insuportável. Mas ele insistia que agora não iria adotar, nem que você mandasse, pois estávamos sofrendo porque anos antes eu havia rogado que aceitasse o desafio de adotar, e que não fomos chamados para cuidar de criança! Fomos chamados para ganhar almas!

Eu queria espernear ao ouvir isso dele. Como pode? Agora não tenho saída! Os meus pais não podem me ajudar; ninguém. Eu vou ter que conviver com isso, não acredito!

Pai, quase eu tapava meus ouvidos quando ele me falava isso. E eram várias vezes que eu lhe pedia, e ele negava e sempre dizia as mesmas palavras.

E quando ele dizia essas palavras, Deus falava lá no fundinho do meu coração, mas bem baixinho: “Minha filha, peça para Eu tirar esse desejo pessoal, que é egoísmo da sua parte, pois você está no altar.”

Quando eu ouvia aquela voz dentro de mim, eu falava mim mesma: "Ah, espera aí, o senhor quer que eu tire o meu sonho, depois de tudo o que aconteceu? Ah não, isso aqui é meu direito, o único que me restou. E eu não vou pedir ao Senhor, não!!! Poxa, todo mundo tem, por que eu tenho que sacrificar? Por que eu? Todo mundo deu certo, e estou ganhando almas também desse jeito!”

Mas nem meus pensamentos convenciam a mim mesma de que era certo o que eu sentia.

Pai, foi muito duro. Quando vocês iam me visitar, o nó estava ali dentro. Só Deus para me sustentar para não me derramar ali diante de vocês. Parecia que eu ia ficar endemoniada, tal era acusação do diabo de todos os lados. Ele se baseava na tristeza que eu sentia, e tentava me convencer que eu estava endemoniada.

Quando houve aquela campanha do Santuário, e tinha um trono; eu havia pegado o envelope. Mas quando foi a hora de apresentar, eu fui com o envelope vazio, mas falei com Deus assim: “Olha, Deus, esse envelope está vazio! O Senhor tá vendo? Pois é, mas aqui está o meu maior sonho, o que eu não queria te pedir e nem te entregar. A partir de hoje, eu entrego o desejo de ter filho, e nunca mais eu vou buscar realizar esse desejo.”

Naquele altar bem simples, da igreja de Atlanta, desci os dois degraus e dei de cara com o obreiro. O meu rosto estava todo vermelho de tanto chorar, porque não havia dado algo com o que eu estava sentindo, mas o que a fé inteligente me dizia fazer. No momento que eu descia, pensei: “Não vou falar a ninguém este voto, porque não sei se terei forças para cumprir. “

Quando levantei o rosto e vi o obreiro, pensei: “O obreiro deve estar pensando que eu estou chorando porque a igreja está vazia, coitado, nem sabe que eu estava dando algo a Deus que já era para ter dado havia muito tempo.

Pai, fiquei tão envergonhada diante de Deus. Que triste realidade. Eu deveria estar ganhando ou investindo em almas! Eu, aqui, sofrendo porque eu não tenho filho? Fim do mundo!!!

Pai, foi como espada de dois gumes. Saí dali chorando mais ainda. Todas as vezes que me lembro desse episódio, me faz chorar de ter sido tão egoísta.

Mas, não sei quanto tempo depois, não tive mais o desejo de ter filho.

Depois de anos, vim saber que alguém havia entrado naquele santuário comigo. E esse alguém falou na reunião de esposas, na qual eu estava dando o meu testemunho. Ela disse: “Eu me lembro da senhora. Eu me lembro, porque nesse dia eu fui batizada com o Espírito Santo. Essa pessoa é a Patrícia Barboza.

Daquela igreja simples, nasceram vários homens de Deus. Se eu não me engano, nove homens. Havia mais homens do que mulheres na obra, porque houve sangue no sacrifício. Esses nove estão fazendo a obra no altar, além das mulheres que também estão.

O meu ministério recomeçou nesse dia, que eu dei. Dei sem pedir que tirasse esse desejo. Dei sem sentir. Dei para servir!

Dali, comecei a dar frutos.

Foi isso, mas a história tem muita coisa para contar!

Na fé!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

CONFIE EM DEUS...


Deus fez um plano para cada um de nós, Ele tem o seu projcto traçado e quer que venhamos a conquistar a salvação de nossas almas, bem como usufruir de uma vida abundante. Mas para isso Deus procura pessoas de fé, que estão dispostos a sacrificar de corpo alma e espírito.

A nossa comunicação com Deus é feita de Epírito para Epírito, não com emoção, não com a alma, pois Deus não funciona com emoção. Quando algo em nossa vida não está correndo conforme queremos, devemos à luz da palavra de Deus (espírito), tomar atitudes de fé e coragem. Devemos ser fortes para mudar a situação, usando a nossa fidelidade. Deus age quando menos esperamos de forma gloriosa Aleluia! por isso mesmo a nossa fé deve ser Sacrificial, ou seja activa, com obras.

É essa a famosa fé que move montanhas e eu tenho sido teste,unha disto.

deus vos abençoe

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O GIRASSOL


girassol sempre está virado para o sol. De manhã, ele está virado para o Leste. De tardinha, para o Oeste. Ele segue o sol por toda essa jornada pelo céu, e por isso ele recebe todas as energias do sol. Nós também podemos ser como os girassóis, sempre estar viradas para o Senhor Jesus, e adquirir toda a sua luz divina. A semente do girassol cresce em qualquer lugar. Você também, pode florescer e crescer aonde você estiver. Se você crê e meditar na Palavra de Deus em oração, você também poderá dar sementes do Evangelho.


Quando o girassol cresce, pequenas botões começam aparecer protegidos por camadas de folhas. E como essas folhas, seus pais, líderes, professores, pastores, e Big Sisters também o protegem e ajudam a crescer. E quanto mais o girassol cresce, mais alto ele fica, e seu talo mais grosso fica, dando o suporte para essa flor grande ficar de pé. Assim também o seu talo espiritual tem que crescer e engrossar, para que você possa dar testemunho do poder de Deus em sua vida. Deus é forte e nós, seus filhos também temos que ser!


Quando o botão do girassol se abre, as pétalas amarelas se formam até que a sua cabeça fica como se fosse uma coroa dourada. As bênçãos desse crescimento finalmente começam a aparecer. E, assim como no começo, quando nasceu de uma pequena semente, agora produz outras de si mesmo, para nutrir outras pessoas, animais e pássaros. O seu testemunho também produz essas sementes que irão nutrir seus familiares, amigos, e todos que estiverem ao seu redor. Todos verão o Senhor Jesus refletido em você, como se você tivesse essa coroa dourada no alto da sua cabeça... pois você já se parece com o Seu Senhor.


Faça como o girassol, busque a Luz toda manhã, e mantenha os seus olhos nela.


Autor Desconhecido