Na origem da palavra, arrependimento quer dizer mudança de atitude, ou seja, atitude contrária, ou oposta, àquela tomada anteriormente.
Diferentemente do remorso, em que a pessoa que o sofre não se sensibilizou verdadeiramente do mal que possa haver causado a outros, e que, pensando apenas no próprio bem, é capaz até de infligir a si mesmo algum tipo de castigo (como uma auto-flagelação por exemplo) apenas para tentar se esquivar de sofrer uma punição ainda mais severa por causa do erro que cometeu (punição que pode realmente, ou não, vir a penar), o arrependido verdadeiramente percebe e se sensibiliza das conseqüências ruins que seus atos causaram para outras pessoas (ou o mal que acredite haver causado a algum ser/entidade sobrenatural em que creia).
Veja que a exemplo do relato bíblico, Judas depois de ter traído ao Senhor Jesus, ficou abatido, e depois de ter ficado a pensar, em vez de se arrepender, teve remorso do que fez, como resultado se infligiu o castigo próprio «suicídio», uma atitude que mostra que Judas não era homem de boa reputação. Se acaso ele se arrependesse haveria hipótese para salvação, como isso não aconteceu, e como ele deixou o diabo usá-lo então como estva escrito « filho da perdição » acabou se perdendo. Anida temos certos “doutores religiosos” que querem validar o envangelho de Judas.
Carlos Botelho de Vasconcelos
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